POVOS DO BRASIL - Norte


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Norte

Norte (27)

Direção: Fernando Segtowick e Pedro Afonso Sena

Doc | 14min | 2013 | São Paulo

Etnia: Tiriyo 

O filme colhe narrativas de moradores das áreas protegidas do Escudo das Guiana, no Para e Amapá. Entre os habitantes se encontram indígenas, quilombolas e extrativistas. Os diretores passam por algumas regiões e registram experiências de vida de moradores de comunidades tradicionais, a relação desses grupos com a terra e a natureza, e suas lutas pelo reconhecimento de seu território e de sua cultura.

Quarta, 08 Mai 2019 00:00

A visão do Xamã

Escrito por

Direção: Ricardo Jose Paranaguá

Doc | 48min | 2012 | Tocantins

Etnia: Kraho

Documentário sobre os índios Kraho, que vivem no Cerrado brasileiro, nos estados do Tocantins e Maranhão. Dona Lucia, uma anciã, resgata o mito de origem do Xamanismo - a medicina tradicional indígena – e conta a história de Tirkre, o primeiro xama (ou Wayaca) do povo, e de como ele conseguiu seus poderes de cura. O mito se tornou o ritual que marca a iniciação dos jovens na vida adulta. Alguns deles desenvolvem a sensibilidade espiritual e a capacidade de ver plantas, raízes e cascas de arvores que formam a riqueza do conhecimento tradicional da medicina dos Kraho.

Quarta, 08 Mai 2019 00:00

Aldenor Felix – Tikuna

Escrito por

Direção: Antônio Carlos Banavita

Doc | 16min | 2011 | Manaus

Etnia: Ticuna 

O filme registra o depoimento de Aldenor Felix, que conta a história do povo Ticuna, do Alto Solimões, fronteira com Colômbia e Peru. Aldenor e professor há 9 anos na comunidade, ensinando na própria língua da aldeia, uma forma de resistência e de manter a identidade do seu povo. Na sua narração, Aldenor conta como se desenvolve a formação da criança Ticuna para adulto por meio de brincadeiras, do trabalho e do ensino.

Quarta, 08 Mai 2019 00:00

Rosi Waikhon – Piratapuia

Escrito por

Direção: Antônio Carlos Banavita

Doc | 33min | 2011 | Amazonas

Etnia: Piratapuia 

Neste filme, Rosi Waikhon, descendente do povo Piratapuia, do Amazonas, fala sobre liberdade de expressão e infância. Em seu relato, Rosi problematiza os conceitos de liberdade, quando se refere a uma participação em um evento acadêmico, e brincadeiras que seriam especificas de cada gênero, quando recorda seu tempo de criança. A imagem e captada todo o tempo em plano fechado, dando ênfase a fala reflexiva de Rosi. O filme e uma celebração a cultura e identidade indígena ao mesmo tempo que levanta questões sobre essa mesma cultura.

Quarta, 08 Mai 2019 00:00

Rony Wasiry Guará – Maraguá

Escrito por

Direção: Antônio Carlos Banavita

Doc | 33min | 2011 | Amazonas

Etnia: Marauá 

Rony e do povo Marauá, indígenas que vivem na região do rio Abacaxis, nos municípios amazonenses de Nova Olinda do Norte. No filme, Rony Wasiry conta a formação de um Marauá que ocorre desde criança por meio de brincadeiras e pesca, assim como por exemplo e espelhamento das atitudes vista nos adultos. O desenho, o grafismo e a contação de histórias pelos mais velhos também são elementos importantes na formação do caráter das crianças Marauá. O filme e uma ode à educação pratica, vivida no cotidiano e nas ações comuns, mas coberto de significados.

Quarta, 08 Mai 2019 00:00

Kisibi – Desano

Escrito por

Direção: Antônio Carlos Banavita

Doc | 09 min | 2011 | Amazonas

Etnia: Desano

No filme, o Xama Kissibi conta a origem da formação do povo Desano, Alto Rio Negro, as margens do rio Tiquie, bem perto da fronteira com a Bolívia. O Xama apresenta a trajetória milenar da etnia e relata orgulhoso o fortalecimento de sua cultura. As trovoadas captadas pelo som externo criam uma trilha incidental e acidental propicia as histórias etnológicas narradas por Kissibi.

Quarta, 08 Mai 2019 00:00

Txirin, O Batismo do Gavião

Escrito por

Direção: Isaka Mateus HuniKuĩ

Doc | 29 min | 2017 | Acre

Etnia: Huni Kuin 

O filme mostra o batismo do Txirin realizado na aldeia São Joaquim Centro de Memória, do povo Huni Kuin, no Acre, 5 anos após o falecimento do pajé e patriarca da comunidade, Agostinho Muru. Os cantores do povo Huni Kuin podem passar por ritos de iniciação, entre eles o txirin. Txirin, o batismo do gavião, acontece quando a saudade e a tristeza provocadas pela perda de um ente querido abalam a vitalidade e o bem-estar da comunidade. Jovens iniciam o aprendizado desse antigo ritual utilizado para superar a dor da perda e trazer animo e prosperidade para os vivos.

Quarta, 08 Mai 2019 00:00

Shuku Shukuwe - A vida é para sempre

Escrito por

Direção: Paje Agostinho Ika Muru

Doc | 42min | 2017 | Acre

Etnia: Huni Kuin 

Por três vezes, yuxibu cantou shuku shukuwe, a vida e para sempre. Ouviram as arvores, as cobras, os caranguejos. Ouviram todos os seres que trocam suas peles e cascas. Por três vezes, yuxibu cantou shuku shukuwe. Mas a inocente não soube ouvi-lo em silencio. E a vida se tornou breve. Neste documentário, conta-se o surgimento das doenças e também se vê a história do surgimento dos Huni Kuin por meio de canções tradicionais da aldeia. Para os Huni Kuin, cada grupo de doença está relacionado a um grupo de animais e seu tratamento e realizado a partir da combinação de ervas especificas. As “ervas medicina”, como são denominadas pelos pajés, surgiram da transformação dos primeiros Huni Kuin em famílias de plantas, cujo uso foi transmitido de geração em geração desde os tempos antigos até os dias de hoje. As ervas estão divididas em quatro grupos, que representam as quatro famílias originais Huni Kuin: Inu, Inani, Dua e Banu.

Quarta, 08 Mai 2019 00:00

Yawá - História do povo Yawanawá

Escrito por

Direção: Tashka Joaquin Yawanawa / Laura Soriano Yawanawa

Doc | 54min | 2014 | Acre

Etnia: Yawanawa 

Os Yawanawa (yawa/queixada; nawa/gente) são um grupo pertencente à família linguística pano que ocupa atualmente a terra indígena Rio Gregório. Os Yawanawa vivem no estado do Acre. Diferentemente, de outros povos amazônicos, que vivem espalhados em distintas localidades, os Yawanawa vivem em um mesmo território com cultura e língua própria. Vítimas da colonização, os Yawanawa tiveram muitos integrantes mortos, suas terras invadidas e trabalharam como escravos para os invasores, que se diziam donos da terra. Depois, por meio dos missionários, sofreram aculturação. Após lutas, com a expulsão de missionários e fazendeiros, os Yawanawa, do rio Gregório, foram os primeiros indígenas a ter suas terras demarcadas no Acre. O filme acompanha uma semana de celebração de dança, expressão artística, manifestação cultural e espiritual. Produzidos pelos próprios indígenas, o curta conta a história e a cultura dos Yawanawa por meio de episódios, que falam de caca, espiritualidade, formação para a vida adulta, relação sexual e muito mais.

Quarta, 08 Mai 2019 00:00

Rituais da tribo Desana

Escrito por

Direção: Projeto Viva Índios

Doc | 13min | 2014 | Amazonas

Etnia: Desana 

O filme mostra por meio de danças e cantos os rituais do povo Desana. Cada dança e instrumentos musicais apropriados marcam um evento importante, como casamentos, nascimentos, morte, plantio, colheita etc. O curta e um belo registro da importância desses rituais.

Direção: Nathalia Clark

Entrevista | 06min | 2016 | Acre

Etnia: Huni Kuin 

Neste curta, os indígenas da aldeia Kaxinawa, auto identificados Huni Kuin, contam como foram seus primeiros contatos com os indígenas isolados da região entre os rios Jordao e Envira, no Acre, que ocorreu no início dos anos oitenta, e como se dá hoje por meio de agentes agroflorestais indígenas, que tem a responsabilidade de fiscalizar e denunciar invasões na terra Indígena.

Quarta, 08 Mai 2019 00:00

Memorial Indígena Sateré-Mawé (004)

Escrito por

Direção: Diana Paola Gomez Mateus

Doc | 33min | 2011 | Amazonas

Etnia: Satere-Mawe 

Capitão Franca, importante liderança Satere-Mawe, considerava a educação uma ferramenta política. Hoje, muitos dos seus filhos e netos que estudaram ou já se formaram em instituições de ensino, como a Universidade Estadual do Amazonas, vivem na cidade de Parintins. Eles e outros Satere-Mawe contam sobre a vivencia na cidade e na Terra Indígena, suas experiências pessoais e histórias de vida. Essas narrativas tratam de sua etnia, de suas comunidades, suas famílias, do artesanato e do auxílio a Satere-Mawe em transito. Falam também sobre sua língua e seus rituais, sua religião e os significados de ser Satere-Mawe, legando as próximas gerações aspectos de sua cultura e tradição.

Direção: Bruno Sa Guimaraes / Janna Gabriellle de Oliveira Farias / Mauro da Silva Azevedo Junior

Doc | 26min | 2015 | Parintins

Etnia: Satere-Mawe 

Na área urbana de Parintins-AM residem 519 indígenas distribuídos, principalmente, pelos bairros periféricos da cidade. Desse total, 115 famílias são de Satere-Mawe, do qual 70% da aldeia de Porto Alegre/Andira e podem ser denominados índios urbanos. O filme mostra a história de vida dos indígenas, como se organizam no contexto urbano e as dificuldades enfrentadas por eles. Pelos depoimentos apresentados fica claro os problemas pelos quais os Satere-Mawe habitantes da área urbana passam, como difícil acesso a saúde, a moradia e empregos dignos. Assim como pelo preconceito e a crise de identidade.

Quarta, 08 Mai 2019 00:00

Beiradão Hup Boyoh (002)

Escrito por

Direção: Jessica Mota e Alice Riff

Curta | 28min | 2015 | Amazonas

Etnia: Hupd’ah 

O curta “Beiradao – Hup Boyoh” conta a história dos indígenas da etnia Hupd’ah, habitantes do alto rio Negro, no Amazonas, após o seu contato direto com os não indígenas no princípio dos anos 2000, quando começaram a se qualificar como professores e agentes de saúde e a receber benefícios sociais, como aposentadoria e bolsa família. A ânsia pelo recebimento do dinheiro levou a etnia a construir acampamentos na cidade de São Gabriel da Cachoeira, cidade onde se localiza a agencia do INSS. No entanto, esses locais se tornarão precários e insalubres causando, principalmente para crianças, malária, diarreia e alguns casos levando até a óbito. O retrato demonstrado no filme e de desespero pelos indígenas a procura de sobrevivência e de descaso pelo Estado, que tenta ajudar financeiramente, mas não oferece condições dignas para os Hupd’a sobreviverem tanto na cidade quanto em sua aldeia.

Quarta, 08 Mai 2019 00:00

Huni Kuin - Os últimos guardiões

Escrito por

Direção: Danilo Arenas

Curta | 07min | 2016 | Acre

Etnia: Huni Kuin 

O curta e um alerta para as atrocidades que acometem os indígenas Huni Kuin da Aldeia Novo Segredo Rio Envira, no Acre. Dentre outras situações, eles enfrentam escassez de agua, contaminação dos rios por metais pesados e lixo proveniente da fronteira peruana, interferência das igrejas em suas crenças, avanço da pecuária e de madeireiras nos limites da terra demarcada. O filme possui bela fotografia, edição ágil e trilha que acompanha o tom dramático da narrativa. O filme e permeado pela relação dos indígenas com Yuxibi, o grande espirito da floresta, protegido pelos guardiões Huni Kuin que lá vivem.

Domingo, 09 Dezembro 2018 03:30

Usina de Belo Monte - O Anúncio de Uma Guerra

Escrito por

Fruto de um projeto de financiamento coletivo, que conseguiu arrecadar cento e vinte e um mil reais em apenas quinze dias, o documentário “Belo Monte - anúncio de uma guerra” retrata o impacto da construção da Usina de Belo Monte no meio ambiente e na vida das comunidades indígenas. Obra do governo federal, que mudou a rota de parte do rio Xingu para que um pedaço de terra antes ocupado por floresta e pastos se tornasse reservatório e que, quando concluída será a terceira maior usina do mundo e a segunda maior do Brasil. 

Dirigido por André D’Elia, o documentário levou mais de dois anos para ser concluído e se posiciona contra a continuação da obra. Procura mostrar como ela modificaria, para pior, a realidade dos habitantes locais. Foram ouvidos especialistas, lideranças indígenas e personalidades não indígenas que recontaram a história da usina desde o regime militar até o início da construção, quando o tema se tornou objeto de discussão pública em todo o país.

Direção: André D'Elia
Ano: 2012
Duração: 104 minutos

Domingo, 09 Dezembro 2018 06:29

Uma Assembléia Ticuna

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Dirigido por Bruno de Oliveira, o documentário registra um dos encontros do Conselho Geral Tribo Ticuna (CGTT), que reuniu na Aldeia de Vendaval membros do povo Ticuna do Brasil, da Colômbia e do Peru. O povo Ticuna possui, segundo os dados mais recentes do programa Povos Indígenas do Brasil, do Instituto Socioambiental, pouco mais de cinquenta e três mil membros no Estado do Amazonas - muito mais do que as populações de Ticunas da Colômbia e do Peru juntas, que não chegam a quinze mil, segundo a mesma instituição. Formados principalmente pelas lideranças do povo Ticuna, os CGTTs abrem espaço, ainda, para as mulheres e os estudantes desta etnia da região Amazônica. Essas reuniões, além de discutir questões políticas relevantes para esse grupo, é uma afirmação cultural. Tanto que, como exibido na peça, as reuniões costumam ser encerradas com a festa da moça nova - ritual que marca a passagem das meninas para a idade adulta, mas que, nas palavras do antropólogo João Pacheco de Oliveira, é “como se fosse a verdadeira escola dos Ticunas”, pois é o momento em que os mais novos aprendem sobre a relação com o “sobrenatural, as crenças fundamentais, as crenças que regulam as relações entre os sexos”, etc.

Etnia: Ticuna
Direcao: Bruno Pacheco
Ano: 2000
Duração: 20 minutos

Domingo, 09 Dezembro 2018 06:28

T. I. Raposa Serra do Sol e o quartel!

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Este documentário de Bruno Pacheco recupera a história do contato dos povos indígenas habitantes da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, no Estado de Roraima, a partir de depoimentos dos próprios índios. Esses habitantes originais daquela região foram vítimas de ataques gratuitos de não-indígenas, foram enganados para que trabalhassem de graça, passaram a obter acesso à bebidas e drogas, algumas de suas esposas e filhas foram estupradas na frente de suas famílias, alguns índios foram espancados e baleados. 

Desde 1977, organizados, passaram a brigar pelo reconhecimento legal de seu território e por indenizações que acreditam ter direito. Mais recentemente, além da construção de uma cidade por autoridades locais como uma forma de intimidação à essas populações, o governo federal autorizou a construção de uma base do Exército no território demarcado como sendo daqueles índios. Os militares, em operações oficiais, andavam armados pelas aldeias, intimidando os habitantes.

Direcao: Bruno Pacheco de Oliveira
Ano: 2004
Duração: 17 minutos

Domingo, 09 Dezembro 2018 06:27

Reflexão: Muita terra para pouco índio?

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O documentário de Bruno Pacheco busca refletir sobre a ideia preconceituosa de que os índios têm terras além de suas necessidades. Além de enfatizar que a atual política de demarcação de terras é fruto de intensas discussões que aconteceram durante a Assembleia Constituinte de 1988, e que resultaram num capítulo inteiro da Carta Constitucional, os entrevistados acusam os políticos que disseminam essa ideia no cenário nacional de ter interesses nas terras ocupadas por populações indígenas - seja por causa da agricultura, da exploração de madeira ou recursos minerais. Sem esquecer que essas terras ocupadas por índios são “unidades essenciais no sistema de preservação ambiental”.

Direcao: Bruno Pacheco de Oliveira
Ano: 2002
Duração: 23 minutos

Narrado e produzido por Renato Athias, o documentário “Fragmentos de um diário de Campo” acompanha Messias, um indígena da etnia Hupda, que habita região próxima ao rio Umari, no Estado do Amazonas, região Norte do Brasil. 

Messias está sozinho na aldeia porque ficou como o responsável pelas crianças que não tinham idade para ajudar seus pais no trabalho que faziam na floresta e permite que o Renato filme o processo de preparação do pu´úk, um alimento típico feito com folhas de Coca.

Etnia: Hupda
Direcao: Renato Athias
Ano: 1997
Duração: 7 minutos

Domingo, 09 Dezembro 2018 06:24

Povo Huni Kuin do Acre, o povo verdadeiro

Escrito por

Produzido pelo Instituto Catitu como parte do Projeto Tecendo Saberes, que pretende registrar os saberes populares das comunidades indígenas sob o ponto de vista das crianças, “Huni Kuin - Povo Verdadeiro”, da diretora Mari Corrêa, o vídeo apresenta o cotidiano na Aldeia São Vicente, na Terra Indígena Kaxinawá do rio Humaitá, no Estado do Acre. 

Nessa obra é possível conhecer um pouco da organização das atividades necessárias para a convivência na comunidade, o trabalho com artesanato e pinturas corporais, além de conhecer um pouco mais sobre as plantas mais utilizadas pelos Huni Kui.

Etnia: Huni Kuin
Direcao: Mari Corrêa
Ano: 2015
Duração: 5 minutos

 

Domingo, 09 Dezembro 2018 06:22

Katxa Nawa: festival da fertilidade Huni Kui

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O povo Huni Kui vive na porção norte da América do Sul, entre o Brasil e o Peru. A comunidade brasileira está localizada na Terra Indígena Kaxinawá do Rio Humaitá, no Estado do Acre. Um dos rituais praticados por essa comunidade é o Kaxinawá, o festival da fertilidade. Esse ritual pode acontecer várias vezes durante o ano e tem como objetivo garantir uma boa colheita. O documentário foca na participação das crianças nesse ritual, desde a preparação da pintura corporal até a dança em volta do tronco oco de paixiúba. 

Para a dança, os participantes pintam o corpo com urucum (corante de tonalidade vermelha) e Jenipapo (corante de tonalidade preta) e vestem-se com folhas de jarina. O documentário Katxa Nawa contou com a direção de Mari Corrêa, uma cineasta e produtora que desde 1992 dedica-se a produzir documentários sobre a vida indígena, além de ensinar técnicas de produção audiovisual nessas comunidades.

Etnia: Huni Kuin
Direcao: Mari Corrêa
Ano: 2008
Duração: 5 minutos

Domingo, 09 Dezembro 2018 06:21

Inani e Banu - Imagens da Mulher Huni Kuin

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Premiado no VII Prêmio Funcine de Produção Audiovisual Armando Carreirão de 2012, o documentário “Inani e Banu - Imagens da Mulher Huni Kuin” mostra o cotidiano das mulheres da etnia Huni Kuin que habitam a região da fronteira do Estado do Acre com o Peru. A diretora Elisa Schmidt mostra como é feita a divisão dos trabalhos entre as mulheres, que  tradicionalmente  são as  responsáveis  por  cuidar  das crianças, da comida e do artesanato. Além disso, uma questão relevante levantada pelo documentário é a continuidade das regras exogâmicas segundo a qual não pode ocorrer casamentos entre pessoas de clãs diferentes, dessa forma pessoas ligadas ao clã da onça não se casam com o clã do gavião, por exemplo.

Etnia: Huni Kuin
Direcao: Elisa Scmidt
Ano: 2012
Duração: 24 minutos

Trata-se de um episódio piloto de um programa de TV produzido pelo projeto de pesquisa e extensão “Pedagogia da Roda”, da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), vinculado ao Departamento de Educação. Os indígenas são entrevistados por alunos do projeto, cujo objetivo é discutir os motivos que levam as escolas indígenas a possuírem mais alunos homens que mulheres. As indígenas que querem estudar reclamam que precisam lidar com a “superproteção” por parte dos homens e o preconceito de suas próprias comunidades, que não veem com bons olhos a independência da mulher.

Etnia: Surui, Puruborá, Gavião, Canoê, Jabuti
Direcao: João Guató
Ano: 2012
Duração: 28 Minutos

O tema deste documentário é a extração do látex por comunidades indígenas da etnia Huni Kuin (Kaxinawá), natural do Estado do Acre, na região de fronteira com o Peru. No filme podemos ver o ritual de extração de látex, principalmente nas seringueiras ao longo das margens do rio Envira. Com duração de pouco mais de seis minutos, o filme foi produzido pelo Instituto Catitu, 2014. A proposta de trabalho deste instituto é que os próprios indígenas contem a sua história. Para isso, eles aprendem a manusear os equipamentos de audiovisual. Em parceria com o projeto “Tecendo os Saberes”, o instituto oferece cursos de produção audiovisual e incentiva a documentação nas aldeias para que haja uma maior interação entre culturas.

Direcao: Mari Corrêa
Duração: 6 Minutos

Domingo, 09 Dezembro 2018 06:17

Beká: o que é escola tradicional Gavião

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No documentário, produzido pelos alunos de iniciação científica da Licenciatura em Educação Básica Intercultural da Universidade Federal de Rondônia, o cacique Catarino Gavião fala a respeito da importância da educação - tanto a educação tradicional indígena quanto a educação escolar não-indígena - para os povos indígenas. Para ele, qualquer indígena mais velho tem algo para ensinar para os mais jovens. 

Essas crianças não precisam de papel e caneta porque o que eles aprendem de sua cultura dependem principalmente de seu interesse verdadeiro e fica guardado no coração. Ao comentar sobre a educação formal disponibilizada para os jovens das aldeias, o cacique afirma que atualmente é muito importante para os povos indígenas dominarem a língua portuguesa, porque apenas dessa forma podem defender sua cultura, sua terra e seus direitos.

Etnia: Gavião
Ano: 2013
Duração: 14 minutos

Domingo, 09 Dezembro 2018 06:16

Bases para uma nova política indigenista

Escrito por

No documentário, tomamos conhecimento das expectativas dos participantes do evento “Bases para uma nova política indigenista” que ocorria paralelamente à Cimeira do Rio de 1999, que reuniu lideranças de todo o mundo na cidade do Rio de Janeiro.  Nesse evento paralelo, organizado pelo Museu Nacional, foram convidadas lideranças indígenas de todo o país, membros de organizações não governamentais e representantes de organismos governamentais e internacionais. Os entrevistados falam da importância da modernização das políticas da FUNAI, da importância de reconhecer as particularidades de cada povo e não continuarem a tomar decisões como se todos os índios do país tivessem as mesmas formas de organização sociocultural e anseios.

Direcao: Bruno Pacheco de Oliveira
Ano: 1999
Duração: 14 minutos

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