LITERATURA

Análise e crítica literária

60h

Ementa: Natureza e evolução da crítica literária. Técnicas de análise e crítica literária. Prática de análise textual.

Referências:

ADORNO, T. W. O ensaio como forma. Sociologia. São Paulo: Ática, 1986.

BABHA, H. DissemiNação: Tempo, narrativa e as margens da nação moderna. Belo Horizonte: UFMG, 1995.

BARBOSA, J. A. A leitura do intervalo. São Paulo: Iluminuras, 1990.

BARTHES, R. Crítica e verdade. São Paulo: Perspectiva, 1982.

BARTHES, R. Aula. São Paulo: Cultrix, 1994.

BORGES, J. L. Kafka e sus precursores. Obras completas. Buenos Aires: Biblioteca Personal. Madrid: Alianza Editorial, 1988.

CAMPOS, H. de. Da razão antropofágica: Diálogo e diferença na cultura brasileira. Metalinguagem & outras metas. São Paulo: Perspectiva, 1992.

CAMPOS, H. de. A arte no horizonte do provável. São Paulo: Perspectiva, 1977.

CAMPOS, H. de. O sequestro do Barroco na formação da literatura brasileira: o caso Gregório de Mattos. Salvador: Fundação Casa de Jorge Amado, 1989.

CANDIDO, A. Literatura Comparada. Recortes. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.

CANDIDO, A. A educação pela noite e outros ensaios. São Paulo: Ática, 1987.

CARVALHAL, T. F.; COUTINHO, E. F. (Org.). Literatura Comparada - textos fundadores. Rio de Janeiro: Rocco, 1994.

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DERRIDA, J. Gramatologia. São Paulo: Perspectiva,1973.

ELIOT, T. S. A tradição e o talento individual. Ensaios de doutrina crítica. Lisboa: Guimaraes,1997.

FOUCAULT, M. As palavras e as coisas. São Paulo: Martins Fontes, 1985.

FOUCAULT, M. O que é um autor? Lisboa: Vega, 1992.

GENETTE, G. Palimpsestes: la littérature au second degrée. Paris: Seuil, 1982.

GUILLÉN, C. Entre lo uno y lo diverso. Barcelona: Editorial Crítica, 1985.

KAISER, G. R. Introdução à Literatura Comparada. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 1989.

LIMA, L. C. A literatura e o leitor – textos de estética da recepção. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.

MACHADO, Á. M.; HENRI PAGEAUX, D. Da Literatura Comparada à Teoria da Literatura. Lisboa: Edições 70, 1989.

MENESES, A. B. de. Do poder da palavra – ensaios de literatura e psicanálise. São Paulo: Duas Cidades, 1995.

MIRANDA, W. M. Corpos escritos. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1993.

MORENO, F. (Org.) América Latina em sua Literatura. México: Siglo Veintiuno, 1972.

NITRINI, S. Literatura Comparada no Brasil – um fragmento de sua história. Anais do II Congresso ABRALIC. Belo Horizonte, UFMG, v.1, p.211-218, 1991.

NITRINI, S. Literatura Comparada. São Paulo: EDUSP, 1997.

RICOEUR, P. Interpretação e ideologias. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1977.

SANTIAGO, S. Nas malhas da letra. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.

SANTIAGO, S. Uma literatura nos trópicos. São Paulo: Perspectiva, 1978.

SCHAWARZ, R. Ao vencedor as batatas. São Paulo: Duas Cidades, 1977.

 

Estágio Docência

40h

Ementa: Aperfeiçoamento da formação de estudantes de pós-graduação para o exercício da docência em nível superior, mediante a realização de atividades desenvolvidas em disciplina de graduação sob a responsabilidade de um professor efetivo, supervisionadas pelo orientador e aprovadas pelo colegiado do programa de pós-graduação e pelo colegiado do curso de graduação.

Referências:

FREIRE, P. Educação e mudança. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2010.

BECKER, F. A epistemologia do professor: o cotidiano da escola. Petropólis: Vozes, 2004.

BRUNER, J.S. Sobre a teoria da instrução. São Paulo: PH, 2006.

DUARTE, N. Vigotski e o aprender a aprender: crítica às apropriações neoliberais e pós-modernas da teoria vigotskiana. Campinas: Autores Associados, 2006.

FREIRE, P.; SHOR, I. Medo e ousadia: o cotidiano do professor. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2008.

FREIRE, P. Professora sim, tia não: cartas a quem ousa ensinar. São Paulo: Olho d`água, 2009.
GAI, D.N.; NAUJORKS, M.I. Inclusão: contribuições da teoria sócio-interacionista à inclusão escolar de pessoas com deficiência. Educação - Revista do Centro de Educação, Santa Maria: s.n, v.31, n.2, p. 413-428, 2006.

MACACCHERO, N. B. O déficit especificamente lingüístico e a teoria da aquisição da linguagem. Saúde, Sexo e Educação, Rio de Janeiro: IBMR, XIV, n.37, p. 30-35, ago. 2005.
PUCCI, B. (org.). Teoria crítica e educação: a questão da formação cultural na Escola de Frankfurt. Petrópolis: Vozes, 2007.

RÉGNIER, N. M. A.; MONIN, N. Da teoria dos campos conceituais à didática profissional para a formação de professores: contribuição da psicologia e da sociologia para a análise de práticas pedagógicas. Educação Unisinos, São Leopoldo: Unisinos, v.13, n.1, p. 5-16, jan./abr.2009.

 

Literatura comparada

60h

Ementa: Estudo da Literatura Comparada, com destaque para: a conformação do campo mundialmente e no Brasil; o objeto, o método e as atuais perspectivas da Literatura Comparada; conceitos fundamentais: influência, imitação, originalidade, intertextualidade, recepção; Literatura Comparada e os outros campos do saber.

Referências:

ABDALA JR, B. (Org.). Mestiçagem, hibridismo & outras misturas. São Paulo: Boitempo, 2004.

BERND, Z. (Org). Escrituras híbridas. Estudos em Literatura Comparada Interamericana. Porto Alegre: UFRGS, 1998.

BHABHA, H. K. O local da cultura. Belo Horizonte: UFMG, 2001.

BLOOM, H. O cânone ocidental. Rio de Janeiro: Objetiva, 1995.

BRUNEL, P.; PICHOIS, C.; ROSSEAU, A. M. Que é literatura comparada? São Paulo: Perspectiva, 1995.

BRUNEL, P. (Org). Compêndio de literatura comparada. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2004.

CAMPOS, H. de. Metalinguagem & outras metas. São Paulo: Cultrix, 1976.

CANDIDO, A. Literatura comparada. Recortes. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.

CARVALHAL, T. F. Literatura Comparada. São Paulo: Ática, 1986.

CARVALHAL, T. F. (Org.). Literatura comparada no mundo: questões e métodos. Porto Alegre: L&PM/VITAE/AILC, 1997.

CARVALHAL, T. F. (Org.). Culturas, contextos e discursos: limiares críticos no comparativismo. Porto Alegre: UFRGS, 1999.

CARVALHAL, T. F. (Org.). Ciclos de Literatura Comparada. Campo Grande: UFMS, 2000.

CARVALHAL, T. F. (Org.). Literatura Comparada. Interfaces e transições. Campo Grande: UFMS/ UCDB, 2001.

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GUILLÉN, C. Entre lo uno y lo diverso. Introducción a la literatura comparada. Barcelona: Tusquets, 2005.

GUILLÉN, C. Múltiples moradas. Ensayo de literatura comparada. Barcelona: Tusquets, 2007.

KAISER, G. R. Introdução à literatura comparada. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1989.

MACHADO, A. M.; PAGEAUX, D.-H. Da Literatura Comparada à Teoria da Literatura. Lisboa: Presença, 2001.

MINER, E. Poética comparada. Um ensaio intercultural sobre teorias da literatura. Brasília: UnB, 1996.

NITRINI, S. Literatura Comparada: história, teoria e crítica. São Paulo: EDUSP, 1997.

NOLASCO, P. S. (Org.). Literatura Comparada: teoria e prática. Porto Alegre: Sagra: DC Luzzato, 1996.

NOLASCO, P. S. (Org.). Literatura Comparada: interfaces e transições. Campo Grande: UFMS/UCDB, 2001.

PERRONE-MOISÉS, L. Literatura comparada, intertexto e antropofagia. Flores na escrivaninha. Ensaios. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.

SANTIAGO, S. Uma Literatura nos trópicos. São Paulo: Perspectiva,1978.

SANTIAGO, S. Nas malhas da letra. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.

SANTIAGO, S. As raízes e o labirinto da América Latina. Rio de Janeiro: Rocco, 2006.

SANTOS, P. S. N. dos (Org.). Divergências e convergências em literatura comparada. Campo Grande: UFMS, 2004.

SCHMELING, M. Teoria y praxis de la literatura comparada. Barcelona: Ed. Alfa, 1984.

SOUZA, E. M. Literatura e Antropologia – o conceito de universal. Ensaios de Semiótica, Belo Horizonte, v. 18-20, p. 102-108, 1988.

SOUZA, E. M. de. Crítica cult. Belo Horizonte: UFMG, 2002.

WELLEK, R. Conceitos de Crítica. São Paulo: Cultrix, s/d.

WELLEK, R.; WARREN, A. Teoria da literatura e metodologia dos estudos literários. São Paulo: Martins Fontes, 2003

 

Literatura e modernidade

60h

Ementa: Estudo das inovações estéticas e temáticas da produção narrativa contemporânea em consonância com a crise da Modernidade no plano cultural, das artes, da filosofia e da política e com as transformações sócio-históricas do fim do século XIX e começo do século XX no mundo ocidental, sob a perspectiva da antítese tradição e modernidade, um dos modos de explicação das transformações das formas narrativas contemporâneas.

Referências:

BARBOSA, J. A. Ilusões da Modernidade. São Paulo: Perspectiva, 1986.

BAUDELAIRE, C. O pintor da vida moderna. Belo Horizonte, Autêntica, 2010.
BENJAMIN, W. Sobre a história. Magia e técnica, arte e política. Obras Completas. São Paulo: Brasiliense, 1996.
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BERGSON, H. Memória e vida. São Paulo: Martins Fontes, 2006. 
BLANCHOT, M. O livro por vir. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
CAMPOS, H. A Arte no Horizonte do Provável. São Paulo: Perspectiva, 1977.
CAMPOS, H. Poesia e modernidade. Da morte do verso à constelação: o poema pós-utópico. O Arco Íris Branco. São Paulo: Ed. Imago, 1997.

CASULLO, N. El debate modernidade y posmodernidad. Buenos Aires: El Cielo por Asalto, 1993.
DEGUY, M. Reabertura após obras. Campinas: Editora da Unicamp, 2010.
FRIEDMAN, S. S. Definitional Excursions: The Meanings of Modern/ Modernity/ Modernism. Modernism/Modernity 3, 2001.
FRIEDMAN, S. S. Periodizing Modernism: Postcolonial Modernities and the Space/time Borders of Modernist Studies. Modernism/Modernity 13, 2006.

FRIEDRICH, H. A Estrutura da Lírica Moderna. São Paulo: Duas Cidades, 1978.

KARL, F. R. O Moderno e o Modernismo: a soberania do artista (1885 – 1925). Rio de Janeiro: Imago, 1988.

MESCHONNIC, H. Modernité, modernité. Paris: Gallimard, 2005.
NANCY, J.-L. A resistência da poesia. Lisboa: Vendaval, 2005.
(
https://pt.scribd.com/doc/181248191/Jean-Luc-Nancy-Resistencia-da-poesia

NÓVOA, A. Paulo Freire, vida e obra. 2006. Disponível em: http://www.paulofreire.org/vida_obra_textos.htm.
PERRONE-MOISÉS, L. Altas literaturas. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.

PINTO, D. M. Consciência e modernidade. Martins Fontes, 2013.

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TOURAINE, A. Crítica da Modernidade. Petrópolis: Vozes, 2008.

 

Literatura e outras linguagens

60h

Ementa: Estudo das relações da literatura com outras linguagens (imagéticas, sonoras, performáticas e seus híbridos), no contexto da produção artística e da cultura midiática contemporâneas, em perspectiva comparatista e transdisciplinar.

Referências:

ADORNO, T. Teoria Estética. Lisboa: Martins Fontes, 1982.

AMORIM, L. M. Tradução e adaptação: encruzilhadas da textualidade em Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carrol, e Kim, de Rudyard Kipling. São Paulo: UNESP, 2005.

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ARBEX, M. (Org.). Poéticas do visível: ensaios sobre a escrita e a imagem. Belo Horizonte: UFMG, 2006.

ARBEX, M. Alain Robbe-Grillet e a pintura. Jogos Especulares. Belo Horizonte: UFMG, 2013.

AUMONT, J. (Org.). A estética do filme. São Paulo: Papirus, 1995.

BARBERO, J. M. Dos meios às mediações. Rio de Janeiro: SENAC, 2003.

BARTHES, R. A câmara clara. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984.

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BELLEI, S. L. P. O livro, a literatura e o computador. Florianópolis: UFSC, 2002.

BOURDIEU, P. As regras da arte: gênese e estrutura do campo literário. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.

BRITO, J. B. de. Literatura no cinema. São Paulo: Unimarco, 2006.

CARLSON, M. Performance: uma introdução crítica. Belo Horizonte: UFMG, 2010.

COHEN, R. Performance como linguagem. São Paulo: Perspectiva, 2007.

CHARTIER, R. A aventura do livro: do leitor ao navegador. São Paulo: UNESP, 1999.

CLÜVER, C. Inter textos / inter artes / inter mídias. Aletria, Belo Horizonte, 2006, v. 14, n. 1.

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DELEUZE, G. Cinema I: a imagem-movimento. São Paulo: Brasiliense, 1985.

DELEUZE, G. Cinema 2: a imagem-tempo. São Paulo: Brasiliense, 1985.

DINIZ, T. F. N.; VIEIRA, A. S. (Org.). Intermidialidade e estudos interartes: desafios da arte contemporânea. Belo Horizonte: UFMG, 2012.

EAGLETON, T. A Ideologia da Estética. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993.

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GENETTE, G. Palimpsestos: A literatura de segunda mão. Belo Horizonte: UFMG, 2005.

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PELLEGRINI, T. et alLiteratura, Cinema e Televisão. São Paulo: Senac/ Instituto Itari Cultural, 2003.

PLAZA, J. Tradução intersemiótica. São Paulo: Perspectiva, 2003.

PRAZ, M.. Literatura e artes visuais. São Paulo: Cultrix, 1973.

SOURIAU, E. A correspondência das artes. São Paulo: Cultrix, 1983.

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XAVIER, I. (Org.) A experiência do cinema. Rio de Janeiro: Graal, 1991.

WANDELLI, R. Leituras do hipertexto: viagem ao Dicionário Kazar. Florianópolis & São Paulo: UFSC & Imprensa Oficial, 2003.

WISNIK, J. M. O som e o sentido: uma outra história das músicas. São

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WISNIK, J. M. Sem receita: ensaios e canções. São Paulo: Publifolha, 2004.

ZOHAR, I. E. Polissistema de cultura. Tel Aviv: Universidad de Tel Aviv, 2007.

 

Literatura e subjetividade

60h

Ementário: Biografias e autobiografias. Identidade, subjetividade e alteridade. Dilemas da subjetividade contemporânea. A escrita de si como invenção de si. Imaginação dialógica, performance e performatividade.

Referências:

AZEVEDO, L. Blogs: a escrita de si na rede dos textos. Matraga. Rio de Janeiro, ano 14, n. 21, p. 44-55. jul./dez. 2007.

BENJAMIN, W. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. v. 1. São Paulo: Brasiliense, 1994.

BLANCHOT, M. O diário íntimo e a narrativa. O livro por vir. São Paulo: Martins Fontes, 2005.

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CIXOUS, H. Coming to Writing and Other Essays. Cambridge: Harvard University Press, 1991.

COSTA, J. F. O vestígio e a aura: corpo e consumismo na moral do espetáculo. Rio de Janeiro: Garamond, 2004.

COUTINHO, D. A construção do eu na modernidade: do projeto romântico ao impressionismo em Freud. Ágora (Rio de Janeiro). Volume XII. n. 2, jul/dez 2009.

DUARTE, R. Cinema e educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2002.

COSTA-LIMA, L. Um par problemático: representação e sujeito moderno. In: BARTUCCI, G.(org.) Psicanálise, literatura e estéticas de subjetivação. Rio de Janeiro: Imago, 2002.

FOUCAULT, M. O que é um autor? Lisboa: Veja, 1992.

FOUCAULT, M. O que são as Luzes? In: MOTTA, M.l B. da. Ditos & Escritos II: Arqueologia das Ciências e História dos Sistemas de Pensamento. Rio de Janeiro: Forense, 2002.

FOUCAULT, M. Loucura, literatura e sociedade. In: MOTTA, M. B. da. Ditos & Escritos II: Arqueologia das Ciências e História dos Sistemas de Pensamento. Rio de Janeiro: Forense, 2002.

FREUD, S. O estranho. Obras psicológicas completas de Sigmund Freud: edição standard brasileira. Rio de Janeiro: Imago, 1996.

GENETTE, G. Discurso da narrativa. Lisboa: Vega Universidade, 1976.

LEJEUNE, P. O pacto autobiográficoDe Rousseau à Internet. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2008.

LACAN, J. Lituraterra. Outros escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.

LIPOVETSKY, G. A era do vazio: ensaios sobre o individualismo contemporâneo. Barueri: Manole, 2005.

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MARTIN, M. A linguagem cinematográfica. São Paulo: Brasiliense, 2001.
SOUSA, E. L. A. Quando atos se tornam formas. In: BARTUCCI, G. (org.) Psicanálise, literatura e estéticas de subjetivação. Rio de Janeiro: Imago, 2002.

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RIVERA, T. Ensaio sobre a sublimação. Discurso: Revista do Departamento de Filosofia da USP, n. 36, 2007.

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ZAGURY, E. A escrita do eu. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1982.

 

Literatura, história e memória

60h

Ementa: Estudo das relações entre o texto literário, a história e a memória, considerando-se as perspectivas críticas contemporâneas dos estudos literários e dos estudos históricos. Reflexão sobre as interpolações e distanciamentos entre a narrativa ficcional, a narrativa histórica e a narrativa memorialística, abordando a ficção documental, o espaço biográfico e as escritas de si.

Referências:

ARFUCH, L. O espaço biográfico: dilemas da subjetividade contemporânea. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2010.

AUERBACH, E. Mimesis: a representação da realidade na literatura ocidental. São Paulo: Ed. USP/Perspectiva, 1971.

BAKHTIN, M. Questões de literatura e de estética: a teoria do romance. São Paulo: Hucitec, 2010.

BASTOS, A. Introdução ao romance histórico. Rio de Janeiro: Ed. UERJ, 2007.

BENJAMIN, W. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. São Paulo: Brasiliense, 1994.

BURKE, P. (Org.). A escrita da história. Novas perspectivas. São Paulo: Ed. Unesp, 1992.

BURKE, P. A Escola dos Annales (1929-1989): A Revolução francesa da historiografia. São Paulo: UNESP, 1997.

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CERTEAU, M. de. A escrita da história. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2002.

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FOUCAULT, M. A ordem do discurso. São Paulo: Loyola, 1998.

FOUCAULT, M. A escrita de si. Ditos e escritos vol. V. Ética, sexualidade e política. Rio de Janeiro: Forense, 2004.

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GOMES, Â. de C. (Org.). Escrita de si, escrita da história. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2004.

ISER, W. O fictício e o imaginário: perspectivas de uma antropologia literária. Rio de Janeiro: EdUERJ, 1996.

KLINGER, D. I. Escritas de si, escritas do outro: o retorno do autor e a virada etnográfica. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2007.

LACAPRA, D. Representar el Holocausto: historia, teoría y trauma. Buenos Aires: Prometeo, 2007.

LE GOFF, J. História e memória. Campinas: UNICAMP, 1992.

LE GOFF, J.; NORA, P. (Org.). História: novos problemas, novas abordagens, novos objetos. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1976.

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LEJEUNE, P. O pacto autobiográfico: de Rousseau à Internet. Belo Horizonte: UFMG, 2008.

LIMA, L. C. História. Ficção. Literatura. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.

LUKÁCS, G. O romance histórico. São Paulo: Boitempo, 2011.

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NORONHA, J. M. G. (Org.). Ensaios sobre a autoficção. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2014.

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RICOEUR, P.. Tempo e narrativa. Campinas: Papirus, 1997.

RIEDEL, D. (Org.). Narrativa. Ficção & História. Rio de Janeiro: Imago, 1988.

ROSSI, P. O passado, a memória, o esquecimento: seis ensaios da história das ideias. São Paulo: UNESP, 2010.

SELIGMANN-SILVA, M. (Org.). História, memória, literatura: o testemunho na Era das Catástrofes. Campinas: UNICAMP, 2003.

VALLINA, C. Crítica del testimonio. Buenos Aires: Beatriz Viterbo, 2009.

VEYNE, P.. Como se escreve a História. Foucault revoluciona a História. Brasília: UNB, 1982.

 

Literatura, sociedade, cultura e identidade

60h

Ementa: Discussão a respeito dos conceitos de sociedade, cultura e identidade. Representação das identidades sociais nas literaturas. Relações entre poder, cultura e formação das identidades. Reflexão a respeito das conexões entre literatura, nacionalidade, etnia, classe social e gênero.

Referências:

ABDALA, B. Jr. (Org.). Margens da cultura: mestiçagem, hibridismo e outras misturas. São Paulo: Boitempo, 2004.

BHABHA, H. O local da cultura. Belo Horizonte: UFMG, 1998.

BERND, Z. Literatura e identidade nacional. Porto Alegre: EdUFRGS, 2003.

CANCLINI, N. G. Culturas híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. São Paulo: EDUSP, 1997.

CANDIDO, A. Literatura e sociedade. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1976.

CANDIDO, A. A educação pela noite e outros ensaios. São Paulo: Ática, 2000.

CUCHE, D. A noção de cultura nas ciências sociais. Bauru: EDUSC, 1999.

D'ANDREA, M. S. A tradição re(des)coberta: Gilberto Freyre e a literatura regionalista. Campinas: EdUNICAMP, 1992.

ESCOSTEGUY, A. C. D. Cartografia dos estudos culturais - Uma versão latino-americana. Belo Horizonte: Autentica, 2001.

GEERTZ, C. The interpretation of cultures. New York: Basic Books, 1973.

HALL, S. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP & A, 2003.

HALL, S. Da diáspora: identidades e mediações culturais. Belo Horizonte: UFMG, 2003. KELLNER, D. A cultura da mídia - Estudos culturais: identidade e política entre o moderno e o pós-moderno. Bauru: EDUSC, 2001.

LOPES, L. P.da M.; BASTOS, L. C. (Orgs.). Identidades: recortes multi e interdisciplinares. Campinas: Mercado das Letras, 2002.

NOVAES, A. (Org.) Civilização e Barbárie. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.

OLINTO, H. K. SCHOLLHAMMER, K. E. (Org.) Literatura e cultura. São Paulo: Loyola, 2003.

POLAR, A. C. O condor voa: literatura e cultura latino-americanas. Belo Horizonte: UFMG, 2000.

RAMA, A. Literatura, cultura e sociedade na América Latina. Belo Horizonte: UFMG, 2008.
SAID, E. Orientalismo. O Oriente como Invenção do Ocidente. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.

SAID, E. Cultura e Imperialismo. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.

SILVA, T. T. da (Org.). Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais. Petrópolis: Vozes, 2000.

 

Tendências Criticas

60h

Ementa: Estudo das correntes teóricas no campo dos estudos literários e de seus métodos de leitura crítica, desde o século XX à contemporaneidade, considerando-se como referenciais centrais o Formalismo Russo, o New Criticism, a Crítica Sociológica, o Estruturalismo, a Semiologia e a Semiótica, a Estética da Recepção, o Pós-Estruturalismo, a Crítica Psicanalítica, os Estudos de Gênero e a Crítica Genética.

Referências:

ANDERSON, P. As origens da pós-modernidade. Rio de Janeiro: Zahar, 1999.

BAKHTIN, M. Problemas da poética de Dostoiévski. Rio de Janeiro: Forense-Universitária, 1981.

BAKHTIN, M. Questões de literatura e de estética. São Paulo: Unesp/Hucitec, 1988.

BARTHES, R. et alAnálise estrutural da narrativa. Petrópolis: Vozes, 1972.

BARTHES, R. Crítica e verdade. São Paulo: Brasiliense, 1982.

BERNARDINI, A. F. Formalismo Russo, uma revisitação. Literatura e Sociedade, São Paulo, n. 5, 2000, p. 30-42.

BOOTH, W. C. A retórica da ficção. Lisboa: Arcádia, 1980.

BRUNEL, P. A crítica literária. Rio de Janeiro: Martins Fontes, 2003.

BUTLER, J. Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.

CANDIDO, A. Literatura e sociedade. Estudos de teoria e história literária. São Paulo: Companhia Editora Nacional,1975.

COELHO, E. P. Os universos da crítica. Lisboa: Edições 70, 1987.

COELHO, E. P. (Org.). Estruturalismo: antologia de textos teóricos. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

COMPAGNON, A. O demônio da teoria: literatura e senso comum. Belo Horizonte: UFMG, 1999.

CULLER, J. Sobre a desconstrução: teoria e crítica do pós-estruturalismo. Rio de Janeiro: Record/Rosa dos Tempos, 1997.

DERRIDA, J. A escritura e a diferença. São Paulo: Perspectiva, 1995.

DOSSE, F. História do estruturalismo. Campinas: Unicamp, 1993.

EAGLETON, T. Marxismo e crítica literária. Rio de Janeiro: Martins Fontes, 1978.

EAGLETON, T. Teoria da Literatura: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

EAGLETON, T. A função da crítica. Rio de Janeiro: Martins Fones, 2004.

EAGLETON, T. Depois da teoria: um olhar sobre os estudos culturais e o pós-modernismo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.

ELIOT, T. S. Ensaios. São Paulo: Art, 1989.

FRYE, N. O caminho crítico. São Paulo: Perspectiva, 1973.

GRÉSSILON, A. Elementos de crítica genética: ler os manuscritos modernos. Porto Alegre: UFRGS, 2007.

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IMBERT, H. A. A crítica literária. Lisboa: Almedina, 1986.

ISER, W. O fictício e o imaginário. Rio de Janeiro: UERJ, 1996.

ISER, W. O ato de leitura: uma teoria do efeito estético. São Paulo: Ed. 34, 1996.

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KRISTEVA, J. Introdução à semanálise. São Paulo: Perspectiva, 2005.

LIMA, L. C. Estruturalismo e teoria da literatura: introdução às problemáticas estética e sistemática. Petrópolis: Vozes, 1973.

LIMA, L. C. (Org.). A literatura e o leitor. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.

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LIMA, L. C. Teoria da literatura em suas fontes. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1983.

LINK, D. Como se lê e outras intervenções críticas. Chapecó: Argos, 2002.

LUKACS, G. Teoria do romance. Rio de Janeiro: Ed. 34, 2000.

MARIANO, S. A. O sujeito do feminismo e o pós-estruturalismo. Estudos Feministas, Florianópolis, v. 13, n. 3, set./dez. 2005, p. 483-506.

PETERS, M. Pós-estruturalismo e filosofia da diferença: uma introdução. Belo Horizonte: Autêntica, 2000.

PINO, C. A.; ZULAR, R. Escrever sobre escrever. Uma introdução crítica à crítica genética. São Paulo: Martins Fontes, 2007.

PINO, C. A. (Org.) Criação em debate. São Paulo: Humanitas, 2008.

PORTELLA, E. Crítica literária e estruturalismo. Tempo Brasileiro, Rio de Janeiro, n. 15, p. 167-178.

POUND, E. A arte da poesia. São Paulo: Cultrix, 1991.

RALLO, E. R. Métodos de crítica literária. Rio de Janeiro: Martins Fontes, 2005.

RICHARDS, I. A. A prática da crítica literária. Rio de Janeiro: Martins Fontes, 1997.

ROGER, J. A crítica literária. São Paulo: Difel, 2002.

SAMUEL, R. Novo manual de teoria literária. Petrópolis: Vozes, 2002.

SONTAG, S. Contra a interpretação. Rio de Janeiro: L&PM, 1987.

TADIÉ, J.-Y. A crítica literária no século XX. São Paulo: Bertrand Brasil, 1992.

TODOROV, T. As estruturas narrativas. São Paulo: Perspectiva, 1970.

TODOROV, T. Estruturalismo e poética. São Paulo: Cultrix, 1976.

TOLEDO, D. de O. T. (Org.). Teoria da literatura: formalistas russos. Porto Alegre: Globo, 1971.

ZILBERMAN, R. Estética da recepção e história da literatura. São Paulo: Ática, 1989.

ZULAR, R. (Org.) Criação em processo: ensaios de crítica genética. São Paulo: Iluminuras, 2002.

 

Teoria da narrativa

60h

Ementa: Estudo de textos teóricos fundamentais para a compreensão da narrativa. Leitura e análise de contos, novelas e romances observando características formais, estilísticas e temáticas, considerando aspectos de formação, afirmação e ruptura em relação à série literária, bem como ao contexto sócio histórico do período de sua publicação.

Referências:

ABREU, M. (org.) Trajetórias do romance: circulação, leitura e escrita nos séculos XVIII e XIX. Campinas: Mercado de Letras, 2008.

ADORNO, T. Posição do narrador no romance contemporâneo. Notas de literatura 1. São Paulo: Duas Cidades/Ed. 34, 2003.

AUERBACH, E. Mimesis: a representação da realidade na literatura ocidental. São Paulo: Perspectiva, 1971.

BAKHTIN, M. Epos e romance. Questões de literatura e de estética: a teoria do romance. São Paulo: UNESP/HUCITEC, 1998.

BAKHTIN, M. O romance de educação na história do realismo. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992.

BENJAMIM, W. O narrador. Magia e técnica, arte e poética: ensaios sobre literatura e história da cultura. São Paulo: Brasiliense, 1985.

CANDIDO, A. Timidez do romance. A educação pela noite e outros ensaios. São Paulo: Ática, 1987.

GALVÃO, W. N. As formas do falso. Um estudo sobre a ambigüidade no Grande sertão: veredas. São Paulo: Editora Perspectiva, 1972.

GOLDMAN, L. A sociologia do romance. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1976.

LIMA, L. C. O controle do imaginário e a afirmação do romance: Dom Quixote, As relações perigosas, Moll Flanders, Tristam Shandy. São Paulo: Companhia das letras, 2009. LUKÁCS, G. O romance como epopeia burguesa. São Paulo: Estudos e Edições Ad Hominem, n. 1, p. 87-136, 1999.

LUKÁCS, G. A teoria do romance. São Paulo: Duas Cidades/Ed. 34, 2000.

MORETTI, F. (org.) O romance. A cultura do romance – Vol. I. São Paulo: Editora Cosac Naify, 2009.

MOTTA, S. O engenho da narrativa e sua árvore genealógica – das origens de Graciliano Ramos e Guimarães Rosa. São Paulo: UNESP, 2006.

ROBERT, M. Romance das origens, origens do romance. São Paulo: Cosac Naify, 2007.

ROSENFELD, A. Reflexões sobre o romance moderno. Texto/contexto: ensaios. São Paulo: Perspectiva, 1969.

WATT, I. O realismo e a forma do romance. A ascensão do romance: estudos sobre Defoe, Richardson e Fielding. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.

 

Teoria da poesia

60h

Ementa: Discussão sobre os Gêneros Literários. Hibridismos de gêneros. O gênero lírico. Sonoridade, ritmo e imagem. Lírica e sociedade. Análise de textos poéticos.

Referências:

ARISTÓTELES. Arte retórica e arte poética. Rio de Janeiro: Tecnoprint, s.d.

ARISTÓTELES; HORÁCIO; LONGINO. A Poética Clássica. Introdução de Roberto de Oliveira Brandão. São Paulo: Cultrix, 1981.

ADORNO, T. Notas de literatura 1. São Paulo: Duas Cidades, 2003.

BURKE, E. Uma investigação filosófica sobre a origem de nossas idéias do sublime e do belo. Campinas: Papirus/EdUNICAMP, 1993.

BRIK, O. Ritmo e sintaxe. In: EIKHENBAUM et aliiTeoria da literatura: formalistas russos. Porto Alegre: Globo, 1979.

CAMPOS, H. Ideograma: lógica, poesia, linguagem. São Paulo: Edusp, 1977.

CAMPOS, H. A ruptura dos gêneros na literatura latino-americana. São Paulo: Perspectiva, 1977.

CAMPOS, A. de; CAMPOS, H. de; PIGNATARI, D. Teoria da poesia concreta: textos e manifestos 1950-1960. São Paulo: Ateliê Editorial, 2006.

CANDIDO, A. Literatura e sociedade. São Paulo: Nacional, 1965.

CANDIDO, A. O estudo analítico do poema. São Paulo: Humanitas, 1996.

CLÜVER, C. Estudos interartes: conceitos, termos, objetivos. Literatura e Sociedade. São Paulo: USP, 1997. vol 2: 37-55.

COHEN, J. Estrutura e linguagem poética. São Paulo: Cultrix, 1974.

DIAS-PINO, W. Processo: linguagem e comunicação. Petrópolis: Vozes, 1973. DOMENECK, R. Ideologia da percepção ou algumas considerações sobre a poesia contemporânea no Brasil. Revista Inimigo Rumor, 18, 2º sem 2005/1º sem 2006.

FRIEDRICH, H. Estrutura da lírica moderna. São Paulo: Duas Cidades, 1978.

GENETTE, G. Figuras. São Paulo: Perspectiva, 1972.

HUGO, V. Do grotesco e do sublime: tradução do prefácio de Cromwell. São Paulo: Perspectiva, 1972.

JAKOBSON, R. Linguística e comunicação. São Paulo: Cultrix, 1995.

JAKOBSON, R. O dominante. In: LIMA, L. C. (org.). Teoria da Literatura em suas fontes. Rio de Janeiro: Francisco Alves. vol. 1., 1983.

JAKOBSON, R. Linguística, poética, cinema. São Paulo: Perspectiva, 1970.

KESSELRING, T. O conceito de natureza na história do pensamento ocidental. In: Revista Episteme. Porto Alegre, nº11, p.153-172, julho-dezembro/2000.

LAUSBERG, H. Elementos de retórica literária. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, s/d.

LIMA, L. C. Teoria da literatura em suas fontes. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1983. LIMA, L. C. Lira Antilira. Rio de Janeiro: Topbooks, 1995.

LOTMAN, J. M. A estrutura do texto poético. Lisboa: Estampa, 1978.

MENEZES, P. (org.). Poesia sonora. São Paulo: EDUC, 1992.

MONTEIRO, J. L. A estilística. São Paulo: Ática, 1991.

PAZ, O. Signos em rotação. São Paulo: Perspectiva, 1976.

PAZ, O. O arco e a lira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982.

PAZ, O. Os filhos do barro: Do Romantismo à Vanguarda. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984.

POUND, E. ABC da Literatura. São Paulo: Cultrix, 1970.

POUND, E. A arte da poesia: ensaios escolhidos. São Paulo: Cultrix, 1991.

POE, E. A. Filosofia da composição. Poemas e ensaios. São Paulo: Globo, 1999.

RICOEUR, P. A metáfora viva. São Paulo: Loyola, 2000.

SAPIR, E. Os fundamentos musicais do verso. Linguística como ciência. Rio de Janeiro: Livraria acadêmica, 1969.

VALÉRY, P. Variedades. São Paulo: Iluminuras, 1991.

 

Transculturalidades, pós-colonialidades e decolonialidades

60h

Ementa: Reexame das teorias pós-coloniais com vistas a interrogar sua construção como instrumento de poder. Questionamento da colonialidade do poder, do pensamento e das concepções em torno do fazer literário através do estudo das literaturas de grupos socialmente oprimidos. Discussão dos processos de hibridismo, transculturação e heterogeneidade nessas literaturas.

Referências:

ASHCROFT, B.; GRIFFITHS, G.; TIFFIN, H. The Empire Writes Back. London: Routledge, 1993.

BARRY, P. Beginning Theory. Manchester: Manchester University Press, 2002.

BHABHA, H. K. O local da Cultura. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2001.

BHABHA, H. K. The Third Space. In RUTHERFORD, Jonathan. Identity, Community, Culture, Difference. London: Lawrence & Wishart, 1990.

BHABHA, H. K. The Vernacular Cosmopolitan. In: DENNIS, F.; KHAN, N. (ed.). Voices of the Crossing. London: Serpent’s Tail, 2000.

BOEHMER, E. Colonial & Postcolonial Literature. Oxford: Oxford University Press, 2005.

BRAH, A. Cartographies of diaspora. London: Routledge, 1996.

CANCLINI, N. G. Culturas Híbridas - estratégias para entrar e sair da modernidade. São Paulo: EDUSP, 1997.

CORNEJO-POLAR, A. Una heterogeneidad no dialética: sujeto y discurso migrantes en el Perú moderno. Revista Iberoamericana, v. LXII, n. 176-177, 1996.

CORNEJO-POLAR, A. Mestizaje e hibridez: los riesgos de las metáforas. Revista Iberoamericana, v. LXVIII, n. 200, 2002.

FARAH, N. Why I Write. In: WRIGHT, D. (ed.) Emerging Perspectives on Nuruddin Farah. Trenton: Africa World Press, 2002.

FANON, F. The Wretched of the Earth. London: Penguin Books, 1990.

FRASER, R. Lifting the Sentence. A Poetics of Postcolonial Fiction. Manchester: Manchester University Press, 2000.

GANDHI, M. K. Hind Swaraj: Autogoverno da Índia. Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão, 2010.

GILROY, P. O Atlântico negro. Rio de Janeiro: Universidade Cândido Mendes; Editora 34, 2001.

GROSFOGUEL, R. Descolonizando los universalismos occidentales: el pluriversalismo transmoderno decolonial desde Aimé Césaire hasta los zapatistas. El giro decolonial: reflexiones para una diversidad epistémica más allá del capitalismo global. Bogotá: Siglo del Hombre Editores, 2007.

HALL, S. Cultural Identity and Diaspora. In: MIRZOEFF, N. Diaspora and Visual Culture. London: Routledge, 1999.

NGUGI, wa T. Decolonising the Mind. The Politics of Language in African Literature. London: James Currey, 1986.

PARANJAPE, M. Hind Swaraj em nossos dias: Posfácio à edição brasileira de Hind Swaraj. In: GANDHI, M. K. Hind Swaraj: Autogoverno da Índia. Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão, 2010.

RADHAKRISHNAN, R. Postcoloniality and the Boundaries of Identity. Diasporic Mediations. Between Home and Location. Minneapolis: University of Minnesota Press, 1996.

RAMA, Á. Los procesos de transculturación en la narrativa latinoamericana. Revista de Literatura Hispanoamericana, v. 5, 1974, pp. 9-38.

SAID, E. Orientalismo. O Oriente como Invenção do Ocidente. Companhia das Letras, 2007.

SAID, E. Cultura e Imperialismo. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.

SANDOVAL, P. (org.) Repensando la Subalternidad. Miradas Críticas desde/sobre América Latina. Lima: Instituto de Estudios Peruanos, 2010.

SPIVAK, G. C. Pode o subalterno falar? Belo Horizonte: Editora da UFMG.

WALTER, R. Afro-América. Recife: Bagaço, 2009.

 

Tópicos avançados em estudos literários I, II, III, IV, V e VI

60h

Ementa: Discussão de aspectos avançados dos estudos literários não contemplados nas disciplinas regulares.

Referências: Bibliografia variável, de acordo com os temas abordados.

 

Tópicos avançados em estudos literários VII, VIII, IX e X

30h

Ementa: Discussão de aspectos avançados dos estudos literários não contemplados nas disciplinas regulares.

 

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