Dados


Coordenadora: Profª. Dra. Elen Poliani Arlindo Fuzari


Diretora do Instituto de Ciências Exatas e da Terra: Profa. Dra. Loyse Tussolini
E-mail: icetaraguaia@gmail.com



NÚMERO DE VAGAS

45 (ingresso anual)

TURNO DE FUNCIONAMENTO 

Noturno – 19:00 às 23:00

INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR (tempo mínimo e máximo)

Mínimo: 8 semestres

Máximo: 12 semestres

REGIME ACADÊMICO

Semestral – créditos – presencial

DATA DA CRIAÇÃO DO CURSO

30 de maio de 2005

Resolução CONSEPE  N.º 54, de 30 de maio de 2005

PORTARIA DE RECONHECIMENTO/ RENOVAÇÃO DE RECONHECIMENTO MEC

Ato Regulatório: Reconhecimento de Curso

Nº do Documento: Portaria 1713

Data de Publicação no DOU: 18/10/2010

 

Ato Regulatório: Renovação de Reconhecimento de Curso  Nº do Documento: Portaria 286

Data de Publicação no DOU: 27/12/2012

RESOLUÇÃO CONSEPE VIGENTE

RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 353, DE 05 DE JUNHO DE 2023


COLEGIADO DE CURSO


Membros Titulares


Docentes:

Profª. Dra. Elen Poliani Arlindo Fuzari (presidente)
Prof. Dr. Adellane Araújo Sousa
Prof. Dr. Fabrizio Myaki Alves
Prof. Dr. Gilberto de Campos Fuzari Junior
Profa. Dra. Rosângela Borges Pereira

Técnica:
Romilda Gonçalves Machado

Discente:
Thallyson Jorge Matos de Freitas

Membros suplentes

Docentes:
Prof. Dr. Arian Paulo de Almeida Moraes
Prof. Dr. Ediron Lima Verde
Prof. Dr. George Barbosa da Silva

Técnico:
Júlio Campos da Cruz

Discente:

Gabriel Souto Gomes



NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE

Prof. Dr. Gilberto de Campos Fuzari Junior (presidente)

Prof. Dr. Adellane Araújo Sousa

Prof. Dr. Arian Paulo de Almeida Moraes

Profª. Dra. Elen Poliani Arlindo Fuzari

Prof. Dr. Fabrízio Myaki Alves

ProfªDra. Rosângela Borges Pereira (suplente)



 

COORDENAÇÕES ANTERIORES


Profa. Dra. Elen Poliani Arlindo Fuzari: 10/fevereiro/2022 - 30/06/2023

Prof. Dr. Gilberto de Campos Fuzari Junior: 01/novembro/2018 - 30/06/2021

Prof. Dr. Josmary Rodrigues Silva: 01/novembro/2018 – 31/outubro/2018

Prof. Dr. Arian Paulo de Almeida Moraes: setembro/2014 – 31/outubro/2016

Profa. Dra. Nara Cristina de Souza: setembro/2012 – agosto/2014

Prof. Dr. George Barbosa da Silva: setembro/2010 -agosto/2012

Prof. Dr,.Adellane Araujo Sousa: setembro/2008 – agosto/2010

Profa. Dra.  Rosângela Borges Pereira: março/2006 – agosto/2008

 

1.    Operacionalização do curso

 

1.1.      O trabalho acadêmico

 

Aos alunos ingressantes, a primeira semana de aula, denominada Semana do Calouro, é destinada à apresentação das normas gerais da universidade, infraestrutura, programas de bolsas e auxílios, entre outras informações importantes. Em relação ao curso, ocorre nessa semana uma reunião com o coordenador, na qual será apresentado informações gerais como: matrícula (online, ajuste pelo aluno, ajuste pelo coordenador), mobilidade acadêmica, colação de grau, colação de grau especial, entre outras. Informações sobre a estrutura e regimento do curso e horários de atendimento.

A Coordenação do Curso poderá anualmente realizar levantamento de demandas acadêmicas dos discentes ingressantes e, por meio de planejamento específico, propor estratégias de superação das dificuldades eventualmente apresentadas

.

1.2.      Estágio curricular supervisionado

 

   Na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), o estágio supervisionado é regido pela Resolução Consepe UFMT nº 134, de 07 de junho de 2021, e nacionalmente é regido pela Lei Federal nº 11.788, de 25/9/2008, e pela Orientação Normativa nº 2 de 24/06/2016.

O estágio curricular supervisionado de 400 horas será cumprido por meio de duas etapas: Estágio Supervisionado I, com carga horária de 192 (cento e noventa e duas) horas; e o Estágio Supervisionado II, com carga horária de 208 (duzentas e oito) horas, a serem desenvolvidos no sétimo e oitavo semestres de curso, respectivamente.

O período de estágio supervisionado é uma etapa extremamente importante na formação dos futuros professores, pois é um momento em que eles se defrontam, como profissionais, com a realidade e os problemas das escolas, de maneira que as discussões e reflexões a respeito da experiência vivida são de suma importância. Dessa forma, será considerada carga horária para discussão das atividades vividas/realizadas na escola, o planejamento das atividades, observações participativas, práticas de docência, elaboração de relatórios, entre outras atividades. A definição da carga horária destinada à cada atividade será definida pelo professor responsável pelo estágio.

No Estágio Supervisionado I ocorrerá a observação participativa e no Estágio Supervisionado II ocorrerá a regência.

Com o objetivo de auxiliar os discentes na etapa do estágio supervisionado serão ofertadas paralelamente as disciplinas Prática de Ensino I e II.

O discente poderá também realizar estágio supervisionado não obrigatório, para isso é necessário estar regularmente matriculado no Curso, ter cumprido 50% das disciplinas e ter o plano de estágio aprovado junto ao colegiado de curso.

As normas de execução tanto do estágio obrigatório quanto do estágio não obrigatório encontram-se no Apêndice B.

  

1.3.      Atividades teórico-práticas

 

Em consonância com o princípio de que a formação dos profissionais de Física não deve se ater aos limites da sala de aula, as atividades teórico-práticas foram previstas com o objetivo de possibilitar aos alunos novos espaços e tempos de aprendizagem. O aluno deverá cumprir 32 (trinta e duas) horas destas atividades como requisito para integralização curricular.

Essa carga horária é destinada ao desenvolvimento de atividades de escolha do acadêmico, de acordo com os seus interesses, sob a orientação da coordenação de curso. Sendo a contagem de horas baseada no regulamento das Atividades Teórico-Práticas que encontra-se no Apêndice D.

 

1.4.      Prática como componente curricular

 

A Prática como Componente Curricular - PCC propõe uma articulação entre a teoria e a prática desde o início do curso, não ficando reduzida ao estágio e desarticulada do restante da graduação. Isso porque não é possível deixar ao futuro professor a tarefa de integrar e traspor conteúdo e conhecimento sobre ensino e aprendizagem, sem ter oportunidade de participar de uma reflexão coletiva e sistemática sobre esse processo.

                O quadro a seguir apresenta as disciplinas que possuem aspectos de prática como componente curricular que somam 400 (quatrocentas) horas, conforme previsto pelas diretrizes vigentes.

 

 

Semestre

Componente Curricular

Carga Horária

T

PD

PCC

PAC

AEC

TOT

Fundamentos de Física

80

0

16

0

0

96

 

Computação Aplicada à Física

32

0

32

0

0

64

Prática de Leitura e Produção de Textos

32

16

16

0

0

64

 

Laboratório de Mecânica e Calor

0

32

32

0

0

64

Psicologia da Educação

48

0

16

0

0

64

 

Óptica e Física Moderna

48

0

16

0

0

64

Políticas Educacionais

48

0

16

0

0

64

 

Didática Geral

48

0

16

0

0

64

Introdução à Relatividade e Física Nuclear

48

0

16

0

0

64

Laboratório de Eletromagnetismo e Óptica

0

32

32

0

0

64

 

LIBRAS

32

16

16

0

0

64

Metodologia do Ensino de Física

48

0

16

0

0

64

 

Instrumentação para o Ensino de Física

48

0

16

0

0

64

Métodos e Técnicas de Pesquisa Científica

32

0

32

0

0

64

Prática de Ensino I

16

0

16

0

0

32

 

Evolução dos Conceitos da Física

16

0

48

0

0

64

Laboratório de Física Moderna

0

32

32

0

0

64

Prática de Ensino II

16

0

16

0

0

32

TOTAL:

592

128

400

0

0

1120



 Em Fundamentos de Física espera-se trabalhar aspectos essenciais para alunos que ingressam no curso, tais como: a compreensão e/ou interpretação de textos científicos, equações, funções, gráficos, quadros, tabelas e figuras; as medidas; a representação das grandezas físicas; e fundamentos de filosofia da Ciência. Em Computação Aplicada à Física, parte da carga horária é destinada ao desenvolvimento de atividades de Prática como Componente Curricular, essa parte da disciplina será destinada à apresentação de objetos de aprendizagem e recursos computacionais voltados ao Ensino de Física.

Na disciplina Prática de Leitura e Produção de Textos a carga horária destinada à PCC será utilizada para leitura e interpretação de textos científicos, bem como para a produção de textos que fazem parte da rotina docente: planos de ensino, planos de aula e projetos pedagógicos.

Nas disciplinas experimentais: Laboratório de Mecânica e Calor, Laboratório de Eletromagnetismo e Óptica e Laboratório de Física Moderna, parte da carga horária é destinada às PCC. Essa carga horária será dedicada à elaboração de roteiros e aulas experimentais: adaptações para aplicação no Ensino Básico.

Nas disciplinas Óptica e Física Moderna e Introdução à Relatividade e Física Nuclear inicia-se o contato dos discentes com a Física Moderna e Contemporânea e consequentemente as discussões sobre a construção dinâmica do conhecimento científico reconhecida principalmente neste período, quando o determinismo, verificacionismo e positivismo, dividiram ou deram seu espaço ao indeterminismo, ao falsacionismo e ao realismo crítico, tornando o momento oportuno para analogias entre a construção dinâmica da Ciência e a construção dos conhecimentos individuais dos aprendizes, possibilitando discussões acerca da prática docente, especialmente quanto ao papel do professor em sala de aula. Sendo assim, parte da carga horária dessas disciplinas será destinada às PCCs tanto para discussões sobre o papel do professor quanto o estudo de estratégias para trabalhar estes conteúdos que são tão pouco explorados no Ensino Médio.

Em Metodologia do Ensino de Física, o futuro professor terá a oportunidade de conhecer e refletir sobre as metodologias utilizadas no Ensino de Física, reforçando os conteúdos anteriormente abordados, de maneira mais geral, nas disciplinas de Didática Geral, Políticas Educacionais e Psicologia da Educação (que também contam com uma carga horária destinadas às PCC), e fazendo uso das teorias de aprendizagem para entender o conceito de aprendizagem significativa e consequentemente refletir sobre a complexidade do processo de avaliação da aprendizagem.

Na disciplina Instrumentação para o Ensino de Física em atividades presenciais serão apresentados os instrumentos de ensino que podem ser utilizados no Ensino de Física como alternativa ao ensino tradicional, como: atividades experimentais, a utilização de Tecnologias de Informação e Comunicação - TICs e de objetos de aprendizagem, contextualização e as relações entre Ciência-Tecnologia-Sociedade-Ambiente (CTSA), o uso de analogias, comparações e situações-problema. E como atividades complementares, serão propostas a elaboração, construção e adaptação de materiais teóricos e experimentais para o Ensino Médio, fazendo uso dos instrumentos apresentados.

Na disciplina de LIBRAS a carga horária de PCC será utilizada para planejamento e reflexões de situações reais de trabalho em que o Linguagem Brasileira de Sinais se faça necessária.

Em Métodos e Técnicas de Pesquisa Científica o aluno deverá trabalhar com elementos para o desenvolvimento de trabalhos nas áreas de Física e Ensino de Física, de acordo com as exigências da comunidade científica, tanto em relação às normatizações para a escrita dos textos, quanto às metodologias para a obtenção e análise de dados. Parte da carga horária dessa disciplina é destinada às atividades de Prática como Componente Curricular, já que essa atividade possibilita aos futuros professores uma autonomia na formação continuada e uma constante reflexão da própria prática.

A disciplina Evolução dos Conceitos da Física pretende discutir a construção histórico-filosófica do conhecimento científico e a formação e transformação dos conceitos, colocando o Ensino de Física no contexto de conceitos alternativos e mudança conceitual.

Por fim, as disciplinas de Prática de Ensino I e II terão a função de fornecer um suporte para ação e reflexão das situações vivenciadas pelo discente no estágio supervisionado.

O regulamento da Prática como Componente Curricular encontra-se no Apêndice E.

 

1.5.      Trabalho de Curso

 

Um aspecto que tem sido debatido em âmbito nacional é a necessidade de adoção de metodologias que proporcionem a aprendizagem por descoberta. Em consonância com esta necessidade, propomos atividades que visam proporcionar aos nossos alunos uma formação voltada para a pesquisa, permitindo que o futuro professor tenha condições de se tornar um agente estimulador da aprendizagem, gerando situações que despertem em seus alunos o interesse pela busca de soluções para os problemas apresentados.

Nesse sentido, além de adotarmos metodologias de ensino investigativas que buscarão, em cada uma das disciplinas constantes na grade curricular, levar o aluno a identificar, formular e resolver problemas utilizando rigor lógico-científico, propusemos a obrigatoriedade do Trabalho de Curso, em concordância com o Parecer CNE/CES 1.304/2001 que define as Diretrizes Nacionais Curriculares para os Cursos de Física e que recomenda fortemente a inclusão do trabalho de curso no projeto pedagógico.

O regulamento do Trabalho de Curso encontra-se no Apêndice C.

 

1.6.      Relação com a pós-graduação

 

O currículo do curso de Licenciatura em Física/ICET/CUA/UFMT foi elaborado de uma forma que permita uma ampla formação no perfil dos graduados, oferecendo disciplinas que visem o fortalecimento do núcleo comum e das disciplinas optativas propostas, permitindo a continuação de estudos em nível de pós-graduação em qualquer área da Física.

O ICET/CUA/UFMT possui atualmente dois programas de pós-graduação diretamente relacionados ao curso de Física: o Mestrado em Ciência de Materiais e o Mestrado Nacional Profissional em Ensino de Física. Consequentemente tem-se o desejo de que o curso de Licenciatura em Física forneça público para o ingresso nesses programas, dessa forma, no processo de reestruturação esses aspectos foram considerados. Para possibilitar o ingresso dos egressos do curso de Física no Mestrado em Ciências dos Materiais, foram propostas quatro disciplinas optativas relacionadas a essa área de atuação: Física do Estado Sólido I, Física do Estado Sólido II, Introdução à Ciência e Engenharia de Materiais e Introdução à Física de Materiais.

De forma a possibilitar ao aluno o ingresso no Mestrado Nacional Profissional em Ensino de Física, além da revisão das ementas de algumas disciplinas pedagógicas existentes na matriz curricular, a disciplina de Computação Aplicada à Física possui parte da ementa dedicada aos objetos de aprendizagem, que é uma linha de pesquisa bastante explorada no referido mestrado.

De maneira geral, a disciplina Métodos e Técnicas de Pesquisa em Física e em Ensino de Física possibilita a iniciação à pesquisa para ambas as áreas.

 

1.7.      Iniciação à pesquisa e à extensão

 

As atividades de iniciação à pesquisa ocorrerão ao longo do curso principalmente no desenvolvimento do Trabalho de Curso e das Atividades teórico-práticas.

A pesquisa no curso de Física/ICET/CUA ocorre em três grandes áreas: Ensino de Física, Física da Matéria Condensada e Gravitação. Isso proporciona aos alunos do curso a oportunidade de trabalhar em projetos de iniciação científica nas modalidades de Iniciação Científica (IC) e de Voluntário de Iniciação Científica (VIC).

Em atendimento à Resolução CNE/CES 07/2018, que define que as atividades de extensão devem compor, no mínimo, 10% (dez por cento) do total da carga horária curricular estudantil dos cursos de graduação, a Resolução Consepe UFMT nº 188, de 28 de outubro de 2021, veio regulamentar essa inclusão e o registro das Ações de Extensão para fins de Creditação (AECs) como componentes curriculares dos cursos de graduação e pós-graduação da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

A Resolução CNE/CP 2/2019 em seu artigo 12 define que a carga horária do Grupo I deve ocorrer a partir da integração das três dimensões das competências profissionais docentes: conhecimento, prática e engajamento profissionais. A extensão universitária tem um papel importante de proporcionar uma relação entre a universidade e a comunidade, de forma que a comunidade em geral conheça e se beneficie das ações desenvolvidas pela universidade.

Sendo assim, o desenvolvimento das AECs no grupo I permite que os estudantes trabalhem, simultaneamente, prática e o engajamento profissional.

Na presente matriz curricular, as AECs correspondem a 336 (trezentos e trinta e seis) horas de atividades que ocorrerão nos componentes Práticas Extensionistas I e II como parte dos componentes do Grupo I. O quadro abaixo apresenta um resumo dessas informações.

 

 

Grupo

 

Componente Curricular

Carga Horária

T

PD

PCC

PAC

AEC

TOT

 

I

Práticas Extensionistas I

0

0

0

0

160

160

Práticas Extensionistas II

0

0

0

0

176

176

TOTAL

0

0

0

0

336

336

 

O componente curricular Práticas Extensionistas I tem como objetivo desenvolver e executar um projeto de extensão em parceria com alguma(s) escola(s) de Ensino Médio, de forma que os discentes possam desenvolver atividades tais como: reforço escolar, minicursos, entre outros.

O componente curricular Práticas Extensionistas II tem como objetivo desenvolver e executar um projeto de extensão voltado para a comunidade. Nesse projeto os discentes poderão realizar atividades como: desenvolver e apresentar experimentos, ministrar minicursos, organizar eventos de divulgação científica e formação continuada, entre outras.

Todas essas atividades de extensão serão regulamentadas por meio de Resoluções estabelecidas pela Pró-reitoria de Cultura Esporte e Vivência (PROCEV) e registradas pela CODEX, aprovadas pelo Colegiado de Curso e pela Congregação do Instituto e registradas no Sistema de Extensão da UFMT (SIEx).

O regulamento das Ações de Extensão para fins de Creditação (AECs) encontra-se no Apêndice L

 

1.8.      As TICs no processo de ensino-aprendizagem

 

As Tecnologias de Informação e Comunicação - TICs são amplamente utilizadas pela UFMT, especialmente para o desenvolvimento da vida acadêmica, que administrativamente disponibiliza os seguintes recursos informacionais:


Ø    O Sistema de Gerenciamento de Encargos (SGE), que trata de registrar e organizar os encargos dos professores;


Ø    O Sistema de Gestão Acadêmica (SIGA) que trata de gerir a vida acadêmica dos estudantes;


Ø    O Sistema Eletrônico de Informações (SEI) por meio do qual tramitam todos os processos administrativos e pedagógicos;


Ø    O Portal Acadêmico (PA) que integra várias funções da rotina acadêmica do estudante e permite o acesso às salas virtuais de aprendizagem;


Ø    O Sistema de Extensão (SIEx), que gerencia os projetos de extensão;


Ø    O Sistema de Gerenciamento de Projetos de Pesquisa (SGPP) que gerencia o cadastramento e acompanhamento de projetos de pesquisa e planos de trabalho de iniciação científica;


Ø    Site da universidade com informações de diversas naturezas da vida acadêmica e com espaço para busca de dados pertinentes à vida acadêmica de cada estudante e de livre acesso ao mesmo.


Ø  Site do curso, que disponibiliza informações e documentos pertinentes à vida acadêmica (https://www.ufmt.br/curso/fisicacua).


Ø  Laboratórios de informática com internet, que é de livre acesso aos estudantes.

Ao analisarmos o uso das TICs como ferramenta didática e meio facilitador da aprendizagem temos que, embora o curso não adote a modalidade EaD (Ensino à Distância), tal tecnologia está disponibilizada pela UFMT, de forma que todos os cursos podem fazer uso da plataforma de suporte ao EaD.

Neste contexto, a Secretaria de Tecnologia da Informação disponibiliza cursos aos seus professores com o objetivo de oferecer-lhes conhecimentos relativos ao uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação como apoio às suas práticas pedagógicas, bem como disponibiliza Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) por unidade curricular oferecida.

Embora o curso de Física não necessite do uso intensivo de tecnologias durante a formação, existem muitos recursos de TICs disponíveis para auxiliar no processo de ensino- aprendizagem, tais como: ilustrações, vídeos, simulações computacionais, entre outros, que fazem uso de analogias para auxiliar no entendimento de algum fenômeno físico e em certos casos permitem a manipulação por parte do aluno, como o controle das variáveis envolvidas.

Tais recursos podem ser utilizados ao longo de todo o curso, como ferramenta no processo de ensino-aprendizagem; entretanto, na disciplina de Instrumentação para o Ensino de Física, essas TICs serão apresentadas e discutidas na perspectiva não mais de aluno, mas de um futuro professor que poderá fazer uso delas na sua prática docente.

 

1.9.      Apoio ao discente

 

As ações que apoiam o discente ocorrem em várias frentes e são regulamentadas pelos seguintes documentos:


Ø    RESOLUÇÃO Consepe No 74, DE 28 DE JULHO DE 2014. Dispõe sobre intercâmbio internacional para a comunidade acadêmica da UFMT.


Ø    RESOLUÇÃO Consepe No 08, DE 24 DE FEVEREIRO DE 2014. Dispõe sobre regulamento de mobilidade acadêmica.


Ø    RESOLUÇÃO Consuni nº 25, DE 23 DE OUTUBRO DE 2013. Dispõe sobre aprovação da norma do Auxílio Permanência em substituição à Bolsa Permanência.


Ø    RESOLUÇÃO Consuni nº 18, DE 03 DE JULHO DE 2013. Dispõe sobre a normatização do Programa de Bolsa Expandido Fronteiras, destinado à Mobilidade Acadêmica Internacional.


Ø    RESOLUÇÃO Consepe nº 37, DE 24 DE MAIO DE 2010. Dispõe sobre normatização do Programa de Bolsa de Apoio a Inclusão no âmbito da UFMT.


Ø    RESOLUÇÃO Consepe nº 36, DE 24 DE MAIO DE 2010. Estabelece normas para regulamentar o Programa de Tutoria da Universidade Federal de Mato Grosso.


Ø    RESOLUÇÃO Consepe nº 60, DE 16 DE MAIO DE 2016. Dispõe sobre a normatização da Monitoria na Universidade Federal de Mato Grosso.


Ø    RESOLUÇÃO Consuni nº 05, DE 05 DE MAIO DE 2010. Dispõe sobre alteração na Resolução Consuni nº 10, de 14 de setembro de 2004, referente a Política de Bolsas Estudantis na UFMT e a partir da qual as Bolsas oferecidas pela UFMT a estudantes serão as seguintes: Bolsa Pesquisa, Bolsa Extensão, Bolsa Evento, Bolsa Permanência, Auxílio para Aula de Campo, Bolsa Monitoria, Programas de Tutoria, Mobilidade Acadêmica, de Apoio a Inclusão e Bolsa Moradia.

De maneira geral, o colegiado de curso e o núcleo docente estruturante em consonância com a representação discente se empenharão tanto na divulgação do suporte que os discentes podem encontrar por meio das ações de apoio apresentadas acima como também estarão atentos às dificuldades apresentadas pelos estudantes em busca de alternativas para minimização das mesmas.

 

1.10.   Avaliação do ensino e da aprendizagem

 

O sistema de ensino e aprendizagem é regido em toda UFMT pela Resolução Consepe nº 63, de 24 de setembro de 2018 que permite certa flexibilidade e adaptação nos mecanismos avaliativos, desde que previstas no programa de disciplinas. Assim, cada disciplina pode ter sua forma de avaliação ajustada às suas diretrizes e objetivos, em particular, e do curso como um todo, sem, contudo, desrespeitar as normas vigentes do Conselho de Ensino e Pesquisa da UFMT (Consepe).

O processo de avaliação da aprendizagem dos alunos do curso de Graduação em Física regulamentado pela acima citada, entende a avaliação como integrante do processo de ensino aprendizagem e deve ser favorecedora do crescimento do aluno em termos de desenvolver o pensamento crítico e a habilidade de análise e reflexão sobre a ação desenvolvida.

A avaliação deve ocorrer em momentos diferentes e de formas diversas, podendo abranger aspectos de avaliação formativa e avalição somativa. Os resultados deverão retornar aos alunos, em tempo hábil, para reflexão crítica sobre seu desempenho. Os critérios de avaliação serão definidos pelo docente no respectivo plano de ensino e enviado para apreciação do colegiado. O docente deve apresentar aos alunos no início do período letivo o plano de ensino com o processo de avaliação a ser utilizado com os respectivos critérios a serem considerados.

Os resultados das avaliações realizadas durante o período letivo deverão ser sistematicamente registrados pelo professor no Portal Acadêmico (PA) na sala de aula virtual, de forma a permitir o acompanhamento do desempenho do aluno, bem como a orientação de sua aprendizagem.

A revisão de provas, constituindo um direito do aluno, quando não for atendida pelo professor através de solicitação informal, poderá ser requerida ao Colegiado de Curso no prazo máximo de dois dias úteis após a data da divulgação do resultado. O professor deverá ter a guarda das provas pelo período de sete dias úteis após a divulgação dos resultados, findo o qual, se não houver nenhum pedido de revisão, as devolverá aos alunos. Para o devido atendimento ao pedido de revisão, o Colegiado de Curso deverá constituir uma banca de três professores da área ou de áreas afins à disciplina, devendo os trabalhos, a critério da banca, ter a participação do professor e do aluno requerente.

Ao final do semestre, o professor homologará as notas lançadas e o diário, que espelhará o rendimento do aluno no semestre letivo. O aluno será considerado aprovado se obtiver média final igual ou superior a 5,0 (cinco) e apresentar um mínimo de 75% de frequência às aulas.

O curso não possui prova final.

 

1.11.   Integração com as redes públicas de ensino



As interações acontecem com as escolas da rede pública das cidades do Médio Araguaia, por meio dos Estágios Supervisionados e, também, por meio de Projetos de Extensão. Em quaisquer dos casos, espera-se que os licenciandos estimulem a prática docente, conhecendo o ambiente escolar, de maneira a agregar a educação básica e superior; e em contrapartida, é esperado que as escolas tenham o apoio da Instituição de Ensino Superior que pode, junto aos licenciandos, promover ações para melhorar as condições de Ensino.


                        DESEMPENHO EM AVALIAÇÕES


ENADE 2014 - https://cms.ufmt.br/files/galleries/170/desempenho 2014.pdf


ENADE 2017 - https://cms.ufmt.br/files/galleries/170/desempenho 2017.pdf


HISTÓRIA DA CRIAÇÃO DO CURSO


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