Histórico

 Histórico

 

             O Cineclube Coxiponés foi criado em 1977 para dar início a uma promissora atividade cinematográfica em Mato Grosso. Desde o início, o Coxiponés, buscou formar público criticamente qualificado. Nos primeiros anos de funcionamento, dedicou-se a trazer ao público universitário  obras da cinematografia mundial de países como a França, Alemanha, Canadá entre outros . Na década de oitenta, já consolidado como espaço de difusão de filmes de arte e diante das parcerias firmadas, tornou-se possível acrescer filmes nacionais.Após ter firmado a sua posição junto ao público, ampliou sua atuação, atendendo a solicitações de qualificação profissional, permitindo o surgimento de cineastas e videomakers formados através das oficinas, debates e seminários que o Coxiponés passou a oferecer.Consolidado como local de exibição de filmes de qualidade técnica e de conteúdo, além de formador de profissionais, um novo passo foi dado no seu caminhar: a parceria na produção cinematográfica. Dessa forma filmes de curta, média e longa metragens receberam e recebem o apoio do Cineclube Coxiponés. “Avaeté”, de Zelito Viana; “O Canto da Terra”, de Paulo Rufino; “Mário”, de Hermano Penna; “Três Chapadas e Um Balão”, de Flávio Frederico; “Cronicamente Inviável”, de Sérgio Bianchi, entre outros.A Universidade Federal de Mato Grosso, órgão público que assumiu e assume a sua responsabilidade de levar o conhecimento para a sociedade mato-grossense e nacional, abre espaço para o Cineclube Coxiponés com o objetivo de dar acesso ao público `as obras cinematográficas que estão fora do circuito comercial das salas de cinema.Num país, onde apenas 8% da população têm acesso a filmes nos cinemas, a maioria localizada em shoppings, coube ao Coxiponés, mais uma vez, criar mecanismos para levar ao público mato-grossense um pouco da sétima arte.Com o projeto “Vídeo Itinerante” percorreu todo o território de Mato Grosso, de Norte a Sul e de Leste a Oeste. Exibiu filmes em praça pública, em galpões, paróquias, e em todos os lugares com possibilidade para montar a tela, projetor e sonorização. A recompensa veio nos olhos, sorrisos e no desejo do retorno expressado pelo público em todas as cidades. Ao mesmo tempo, em Cuiabá, funcionou o projeto “Tela Brasil: curta o longa”com exibição de filmes para a platéia universitária.

 

 

Acesse nosso site