Professora da UFMT apresenta trabalhos sobre reinserção social de reeducandas
Publicado em Notícias | 16/08/2012
A professora Cecília Arlene Moraes, do Departamento de Administração da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis (FAeCC) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), apresentou o trabalho “Tecnologias de Gestão e Tecnologias Sociais para a Reinserção de Reeducandas Empreendedoras e Inovadoras”, no 1º Fórum Internacional Ecoinovar, nesta quinta-feira (16), em Santa Maria, Rio Grande do Sul; e apresentará o “Cuidar, Respeitar e Educar (Cure): Tecnologia social para a reinserção social de reeducandas”, no I Seminário Internacional de Questões Socioambientais e Sustentabilidade na Amazônia, que acontecerá no dia 23 de agosto, na Universidade Federal do Amazonas (UFAM), em Manaus.
O estudo apresenta duas ações socioeducativas de cunho multidisciplinar e transdisciplinar, para reeducandas, realizadas na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá (MT). A primeira, em 2011, com os objetivos de “humanizar; conscientizar; diminuir a violência; eliminar a reincidência criminal e viabilizar a reinserção de 52 reeducandas no mundo do trabalho”. A base teórica centrou-se na obra “Vigiar e punir”, de Foucault (1975), explica a professora. A metodologia se assentou em dois eixos, completa: “Educação do Ser Humano Integral” e “Tecnologias de Gestão e Empreendedorismo Inovador, para produzir Tecnologias Sociais e socializar o saber”. A segunda ação, em 2012, com 25 reeducandas remanescentes, avaliou a intervenção anterior e construiu a tecnologia social Cuidar, Respeitar e Educar (Cure), método compacto direcionado à reinserção social de reeducandas, conforme sua vocação e demanda de mercado. De acordo com a autora, essa tecnologia “acalenta a educação como instrumento de transformação pessoal e mobilidade socioeconômica e instiga maior resiliência nas relações humanas e justiça social”.
“A iniciativa foi por conta do desenvolvimento da nossa tese de doutoramento que versa sobre as representações sociais de tecnologias sociais, e pelo chamado em 2011 da Fundação Nova Chance”, conclui.




























