Em dois anos, UFMT salta de 51º para 36º no Ranking da Folha
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Em dois anos, UFMT salta de 51º para 36º no Ranking da Folha

Publicado em Notícias | 09/09/2014

A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) está em 36° lugar no âmbito geral, um salto em relação a 2013, quando obteve a 51ª colocação. Entre as universidades federais brasileiras, figura em 26º. Os dados são do Ranking Universitário Folha (RUF), que lista 192 instituições de ensino superior.
O índice contabiliza dados de 2010 e 2011 e foi publicado na segunda-feira (08) pela Folha de São Paulo. As 192 universidades do país foram avaliadas em cinco grandes áreas, cada uma com diferente peso no total de cem pontos estipulados: ensino (32 pontos), inserção no mercado de trabalho (18 pontos), pesquisa (42 pontos), internacionalização (4 pontos) e inovação (4 pontos).
Na análise geral, destaca-se o desempenho da UFMT nos seguintes cursos: Agronomia (18º), Jornalismo (15º), Medicina (21º), Nutrição (20º), Biologia (22º), Ciências Contábeis (20º) e Farmácia (presente nos campi de Barra do Garças e Sinop, 21º)
Em análise mais detalhada, foram observadas evoluções significativas – dez cursos da Universidade estão entre os 20 melhores dentre as instituições federais: Agronomia (13º), Direito (14º), Medicina (12º), Nutrição (14º), Administração (16º), Biologia (15º), Ciências Contábeis (13º), Farmácia (15º), Jornalismo (7º) e Publicidade (5º). Seguindo com o cômputo entre as federais, houve saltos consideráveis em dois indicadores: Ensino (29º) e Inovação (48º).
Para saber mais: entenda os critérios de cada quesito
No item pesquisa, foram levados em consideração o total de citações recebidas em 2012; as citações por artigo científico publicado; a quantidade de artigos publicados por cada pesquisador da universidade; a quantidade de citações recebidas em 2012 para cada docente da universidade; a quantidade de artigos publicados nas revistas científicas brasileiras da base "SciELo"; o montante de recursos financeiros captados em agências estaduais e federais de fomento à ciência e o total de trabalhos científicos publicados pela universidade nos periódicos indexados na base "Web of Science", e a proporção de pesquisadores com alta produção científica.
No quesito ensino, em que a UFMT ficou em 45º lugar geral e em 29º entre as federais, foram coletados dados de cursos de graduação nas 30 áreas com mais alunos matriculados em 2011, que foram avaliados no ensino e inserção no mercado de trabalho. No primeiro caso foram ouvidas, pelo Datafolha, as opiniões de 597 pesquisadores e, no segundo, os responsáveis pelo setor de recursos humanos de 1.212 empresas e instituições brasileiras.
O Datafolha trabalhou com uma amostra de 611 professores universitários cadastrados pelo Inep­MEC, avaliadores dos cursos de graduação, que responderam quais eram as melhores instituições em suas respectivas áreas de atuação (22 pontos); o percentual de professores com doutorado, coletado do Censo da Educação Superior 2012 (4 pontos); o percentual de professores com dedicação integral, coletado do Censo da Educação Superior 2012 (4 pontos); a nota dos cursos de graduação no Exame Nacional de Desempenho Escolar (Enade), do governo federal (2 pontos).
Na “internacionalização”, foram observados a proporção de professores estrangeiros em relação ao corpo docente, as citações internacionais de trabalhos científicos e o percentual de artigos em colaboração com cientistas de outros países.
Em “inovação”, considerou-se o número de pedidos de patentes pedido junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) entre 2003 e 2012.

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