O
Programa de Pós Graduação em Educação da UFMT vive hoje uma situação em
que tem de lidar com suas fragilidades internas e com uma conjuntura material
que impede o seu pleno desenvolvimento acadêmico. Este é um enigma que está
posto, não só para este Programa, mas para todos os que se encontram na
mesma situação. Ou seja, lutando para consolidar o seu corpo docente, sua
produção intelectual, sua matriz curricular e seus grupos e linhas de
pesquisa.
Este
Programa, em particular, nestes últimos anos vem cotidianamente tentando
decifrar este enigma. Em alguns momentos o risco de ser devorado parece
eminente. A esfinge, simbolizada pelo preenchimento anual do
Coleta CAPES, parece indecifrável e espanta até mesmo os mais destemidos
coordenadores. Datas e prazos são conferidos exaustivamente, os registros
são verificados a todo o momento. Nada pode escapar, nenhum detalhe pode ser
esquecido. A tênue esperança é que no final do triênio da avaliação
continuada a nota emitida, pelos seus pares do comitê de área, permita a
continuidade do Programa.
As
dissertações concluídas no segundo semestre de 2002 é parte desse empenho
coletivo em mostrar a viabilidade e a importância deste Programa. Quem tiver
a oportunidade de ler qualquer um destes trabalhos perceberá como vem
amadurecendo nossa produção. Todos os grupos e linhas de pesquisa
participaram, de algum modo, para a materialização desse resultado.
È
necessário também salientar que podemos contar sempre com examinadores de
outros Programas e de outras IES em todas as bancas examinadoras do PPGE. Esta
participação, sem duvida, é uma confirmação político-pedagógica da
qualidade das dissertações defendidas.
O
elenco das dissertações apresentadas a seguir representa, em seu conjunto, o
encerramento de um processo de transição vivenciado não só pelo PPGE, mas
pela Pós Graduação na UFMT. É, portanto no interior deste processo que
estamos mostrando os resultados deste semestre, lembrando que existe agora uma
nova dinâmica de prazos na UFMT cujas exigências coincidem com o esperado
pelas agências de Fomento.
Informo
mais uma vez que todas as dissertações defendidas no PPGE encontram-se
disponíveis para consulta no Centro de Tecnologia e Documentação
Educacionais – CETEDE, do Instituto de Educação e na Biblioteca Central da
UFMT
Defesas
realizadas no semestre de 2002/02
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TÍTULO
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AUTOR
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DEFESA
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Sobre
os Saberes Construídos no Processo de Socialização: Os Líderes do
Movimento Estudantil da UFMT – Cuiabá.
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Suely
Dulce de Castilho
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09/09/2002
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Migração:
Trabalho e Educação – Na Perspectiva de Pais e Filhos Migrantes.
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Arali
Maiza Parma Dalsico
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03/09/2002
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Instituto
Pastoral de Educação e Saúde Popular (IPESP): Um Trabalho de
Educação Popular Produzindo Conhecimento e Rede de Solidariedade.
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Rosangela
Carneiro Góes.
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13/09/2002
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Cartilha
do Dever: A Instrução Pública Primária em Mato Grosso nas
Primeiras Décadas Republicanas (1891 -1910).
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Elizabeth
Pippi da Rosa
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11/10/2002
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Os
Conhecimentos Profissionais Presentes nos Professores de Matemática
Egressos do Campus Universitários de Rondonópolis MT
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Maria
Elizabete Rambo Kochhann
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11/10/2002
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Escola
Rural de Primeiro Grau Padre Dionízio Kuduaviziczc: Educação e
Consciência Política na Formação do Trabalhador do Campo.
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Wilson
José Soares
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14/10/2002
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TÍTULO
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AUTOR
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DEFESA
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As
Práticas Excludentes do Cotidiano das Escolas Públicas de Cuiabá.
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Wilce
de Fátima Calazans Birck
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28/10/2002
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A
Dimensão Ambiental e Educativa nas Comunidades Ribeirinhas de
Figueira e Pai Caetano – Município de Rosário Oeste/ MT.
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Odenil
Santana da Silva
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31/10/2002
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Concepções
e Práticas Avaliativas dos Professores que Atuam na Rede Municipal de
Ensino de Cuiabá/ MT
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Neusa
Yoshiko Kawahara
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14/11/2002
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Representações
Sociais de Professores da Rede Municipal de Cuiabá sobre as Famílias
de seus Alunos (2001/2002).
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Sheila
de Souza Araújo
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13/11/2002
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Um
Galo Sozinho não Tece uma Manhã: Os Professores e os Textos no
Cotidiano de Aulas de Língua Portuguesa de 2º ano do Ensino Médio
Regular
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Roziner
Aparecida Guimarães Gonçalves
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14/11/2002
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A
Escola Vira outra Escola: O significado do Estágio Supervisionado na
Formação de Professores de Língua Portuguesa e Literatura
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Maria
Claudino da Silva Brito.
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18/11/2002
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A
Construção do Processo Educativo para a Conservação da
Biodiversidade em uma Comunidade Pantaneira – Mimoso.
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Luiza
Helena Rodrigues
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21/11/2002
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Educação
e Televisão: A Intencionalidade olítico-pedagógico de Programas
Voltados para o Público Jovem.
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Álvaro
Fernando Ferreira Marinho
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21/11/2002
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Indisciplina
no Ensino Médio: O Ponto de Vista dos Professores e Alunos de Uma
Escola Particular de Cuiabá – MT.
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Maria
de Lourdes Sella
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22/11/2002
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TÍTULO
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AUTOR
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DEFESA
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Representações
Sociais de Educação Ambiental dos Alunos do Curso de Pedagogia da
Universidade Federal de Mato Grosso.
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Larissa
Silva Freire Spinelli
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29/11/2002
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As
Representações Sociais do Jogo Educativo de um Grupo de Educadores
da Educação Infantil.
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Daniela
Aparecida Zanetti
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29/11/2002
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Representações
Sociais da AIDS entre Estudantes de Enfermagem e Comunicação Social
da Universidade Federal de Mato Grosso.
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Maria
Aparecida de Amorim Fernandes
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29/11/2002
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As
Representações Sociais de Gênero: Alunos do Curso de Mestrado em
Educação da Universidade Federal de Mato Grosso.
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Érica
Lopes Rascher
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30/11/2002
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Trajetórias
de Professores Universitários Negros em Mato Grosso.
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Tereza
Josefa Cruz dos Santos
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02/12/2002
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O
Ensino Laico entre a Cruz e a Espada: O Periódico Católico, a Cruz e
o Ensino Laico no Período Republicano em Mato Grosso (1910 – 1924)
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Marize
Bueno de Souza Soares
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06/12/2002
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Subjetivação
e Objetivação: A Educação de Jovens Mediada pela Relativização
das Normas Escolares (Escola Cooperativa Coopema, Barra do Garças –
Mato Grosso).
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Anna
Maria Penalva Mancini
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09/12/2002
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Significados
Produzidos Sobre o Conceito de Função Matemática em Sala de Aula:
Análise de uma Trajetória da Formação de Professores de
Matemática ao Ensino Fundamental.
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Edson
Pereira Barbosa
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13/12/2002
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|
Migrantes
Camponeses e Professoras Primária –Trajetórias de Vida entre o
Espaço Privado e o Espaço Público.
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Dolores
Schussler
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12/12/2002
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TÍTULO
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AUTOR
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DEFESA
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Educação
Escolar na Gleba Mercedes I e II: Limites e Possibilidades.
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Marleni
Treuherz Giroto
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16/12/2002
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Educação
para a Autonomia do Pensar no Estado de Direito Democrático.
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Francisco
de Assis Venega Filho
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18/12/2002
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|
A
Educação Ambiental como Subsídio para Análise de Formação
Profissional do Arquiteto na Universidade Federal de Mato Grosso
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José
Roberto Andrade
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12/12/2002
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A
História da Matemática na Organização do Ensino dos Números
Racionais.
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Antonimho
Gumiero
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9/12/2002
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Metacognição
e Resolução de Problemas Matemáticos na Formação de Professores
das Séries Iniciais do Ensino Fundamental.
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Ana
Fanny Benzi de Oliveira
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19/12/2002
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Ensino
e Aprendizagem de Biologia: Uma Abordagem Teórica-prática com
Aplicação na Aldeia Indígena Santa Terezinha, Por Alunos da Escola
Billy Gancho, Município de Nova Xavantina/ MT
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Perillo
José Sabino Nunes
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20/12/2002
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Educação
para o Pensar como Práxis e Meditação Libertadora no Contexto
Escolar (Escola Municipal de Educação Básica Gastão de Matos
Muller.
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Aristides
Januário da Costa Neto
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20/12/2002
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O
Cotidiano Educativo, social e Ambiental de uma Comunidade Rural e as
Expectativas sobre a Escola
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Gino
Francisco Buzato
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20/12/2002
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Moacir Gadotti é professor titular da Universidade de São
Paulo, Diretor do Instituto Paulo Freire e autor de várias obras, entre
elas:
A educação contra a educação (Paz e Terra, 1979: Francês e
Português),
Convite à leitura de Paulo Freire (Scipione, 1988: Português,
Espanhol, Inglês, Japonês e Italiano), História das idéias
pedagógicas (Ática, 1993: Português e Espanhol),
Pedagogia da práxis (Cortez, 1994: Português, Espanhol e Inglês),
Perspectivas atuais da educação (Artes Médicas, 2000) e Pedagogia
da Terra (Peirópolis, 2000).
Este artigo é resultado de diversas debates em encontros e congressos
e particularmente na
Conferência Continental das Américas, em dezembro de 1998, em
Cuiabá (MT) e durante o Primeiro Encontro Internacional da Carta
da Terra na Perspectiva da Educação, organizado pelo Instituto
Paulo, com o apoio do Conselho da Terra e da UNESCO, de 23 a 26 de agosto de
1999, em São Paulo e do I Fórum Internacional sobre Ecopedagogia,
realizado na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da
Universidade do Porto, Portugal, de 24 a 26 de março de 2000. O autor vem
acompanhando esse tema desde 1992 quando representou a ICEA
(Internacional Community Education Association) na Rio-92
(Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento),
chamada de “Cúpula da Terra”, que elaborou e aprovou a
Agenda 21. No
Fórum Global-92, na mesma época, coordenou, ao lado Moema
Viezer, Fábio Cascino, Nilo Diniz e Marcos Sorrentino, a “Jornada
Internacional de Educação Ambiental” que elaborou o “Tratado
de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade
Global”. Este texto retoma idéias tratadas no livro
Pedagogia da Terra publicado pela Editora Peirópolis de São Paulo.
Este estudo foi desenvolvido com o apoio do PIBIC - Programa
Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (CNPq-UFES) 2001 –
2002.
5
Para a autora, o sentido do contexto é “intertextual”, ou seja, é a
justaposição de dois textos: o texto sócio-histórico, que remete às
construções sociais que alimentam nossa subjetividade; e o texto-discurso,
versões de nossas relações sociais. Os conteúdos podem ter se originado
em condições mais remotas constituindo o imaginário social, ou em
produções locais e atuais, acontecendo em uma perspectiva temporal para
além do contexto espacial.
[6]
Sobre esta representação de apartação entre natureza e cultura,
sociedade e natureza, história e natureza, autores como Serres (1993) O
contrato Natural, Moscovici (1977) A sociedade Contranatura, trazem uma
importante contribuição, na medida em que questionam essa representação
em seus pressupostos teórico-filosóficos-antropológicos.
2
Entiendo
Campo, no como un área de estudio a investigar, sino
como una serie de procesos (sociales, económicos, políticos, etc.) que al
problematizarlos -hacerlos un tema de investigación- puedo conocer y
explicar.
3
Aún así, los movimientos ambientalistas son
ordenados en tres grandes grupos, que aquí únicamente señalo: Los
Conservacionistas o proteccionistas buscan preservar los
paisajes y las especies vivas, los ecologistas luchan
por mejorar el ambiente natural y la calidad de vida de los seres humanos
bajo la presencia frecuente de un discurso homólogo al internacional y los ambientalistas
son un grupo más politizado que plantea la protección del medio histórico
como un nuevo estilo de desarrollo. Aclaro que con frecuencia se encuentran
invertidos los nombres de los dos últimos grupos sin una explicación
concreta.
Aquí presento siete de ellos que me parecen importantes para este texto,
aún cuando no coincida con la postura del autor:
1. Pretende construir un horizonte de futuro, un proyecto de sobrevivencia y
emancipación diferente al presente, 2. Busca desarrollar un poder de base
capaz de contrarrestar al poder estatal, 3. Mantiene una posición crítica
frente a la historia como un proceso lineal, frente al progreso como la
acumulación de propiedades materiales y frente a la ciencia y la tecnología
como modeladoras de una mejor forma de vida, 4. Muestra una composición
social heterogénea, pero con el predominio de profesionales sociales y
culturales entre sus dirigentes, 5. Combina estrategias de acción locales
con reflexiones en torno a una problemática global, 6. Tiende a estructurar
su organización de manera descentralizada y antijerárquica, cuando menos
en un plano del Deber Ser y 7. Persigue la politización de la vida
cotidiana y del ámbito privado, mostrando así un mayor interés en la
transformación de conceptos y conductas.
7
Por cultura popular entiendo la creación y recreación
de experiencias y saberes que van construyendo las clases o sectores con
carencias múltiples para poder sobrevivir en sociedad. Esta concepción,
asociada al fenómeno de estudio, enfrenta lo popular contra lo antipopular,
contra la posibilidad de desarrollar prácticas acordes con una trayectoria
sociocultural. No pretendo establecer aquí una relación dicotómica entre
elite/popular, donde lo primero implicaría la existencia de instituciones
con proyectos coherentes entre la maximación de ganancias contra la lesión
al medio ambiente y su contraparte la portadora de una propuesta con mayor
saber popular que se presenta ahora como alternativo y sustentable.
9
Giménez
(1993) se acerca a la identidad "social" desde una
"antropología de la subjetividad" aceptando que la noción de identidad
forma parte de "una teoría de las representaciones y de eficacia en el
proceso de construcción simbólica del mundo social", evitando
reducirla como reflejo de algunos niveles privilegiados de la estructura
social. Su tesis central es que ésta se desarrolla en la interacción
social, en la confrontación cotidiana con los "otros", en la
comunicación simbólica con "los demás" (término que me hace
pensar en Heller, 1980 y 1999). Apunta que toda autodefinición es
pluridimensional, que se construye por una red de pertenencia o referencia a
colectivos y que, bajo condiciones específicas, puede ocurrir que destape
desmesuradamente una sola de estas dimensiones de tal manera que cancele o
anule todas las demás.
[9]
Professora do Curso de Pedagogia – CECHOM – Universidade do Vale
do Itajaí – UNIVALI. Doutoranda em Educação pela UFSC, Linha de
Pesquisa: Ensino de Ciências Naturais.
Psicóloga, psicanalista, doutora em Educação pela Faculdade de
Educação da Universidade de São Paulo, professora adjunta I do
Departamento de Psicologia do Instituto de Educação da Universidade
Federal de Mato Grosso. Pesquisadora da linha de pesquisa em História da
Educação do programa de Pós-Graduação em Educação.
gurondas@uol.com.br

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